Relógio relógio ao vivo

Listen to Relógio Parado (Ao Vivo) on Spotify. Diego & Arnaldo · Song · 2019. Toque músicas completas do álbum Relógio (Ao Vivo) de em seu telefone, computador e sistema de áudio em casa com o Gustavo Mioto. Listen to Relógio de Saudade (Ao Vivo) by Fabrício & Henrique on Deezer. With music streaming on Deezer you can discover more than 56 million tracks, create your own playlists, and share your favourite tracks with your friends. Relógio (Ao Vivo) Composição: Edu Valim / Renam Valim / Jander Policarpo / Gabriel Ferreira. Ainda há tempo pra gente falar que não temos mais tempo Que o ponteiro das horas ficou congelado naquele momento E por 5 segundos deixei tudo ser do seu jeito E mais 5 segundos agora seriam perfeitos Quem vai embora, deixa solidão E o barulho ... WiFi transmissão ao vivo P2P LAN visualizar sem WiFi App tomar remotamente vídeo e foto 5M invisible night vision formato comprimido H.264 detecção & push movimento msgs de alarme Two way Microphone Support Certificados: CE, RoHS . Especificação: 6M visão noturna vídeo WiFi Live Streaming P2P LAN ver em 50m sem bloco Contudo, temos inúmeros descontos de digital clock, relógio digital ao vivo na DHgate. E recomendamos mais relógio digital ao vivo baseados em feedback de alfândegas e análises de 18 relógio digital ao vivo para ajudá-lo a tomar a melhor decisão possível. A Vivo será das próximas fabricantes de smartphones a aventurar-se no mundo dos smartwatches. De acordo com a LetsGo Digital, o seu design será bastante convencional, semelhante a um relógio tradicional, com um aspeto algo desportivo.. A imagem abaixo mostra-nos uma representação de como será o design do relógio.

"Os apaixonados são os piores"

2020.09.25 04:13 lucas1-rodrigo "Os apaixonados são os piores"

Boa noite p/ quem está lendo!
Uso o Reddit a alguns meses e logo no início me deparei com esse sub e achei sensacional... Um lugar pra jogar tudo o que sente p/ fora, sem julgamentos, livre p/ falar qualquer coisa que machuca você. E o melhor de tudo, sem aquela vergonha chata de se expressar emocionalmente.
Já a algum tempo eu venho procurando alguém pra desabafar. Achei, 'desachei', desabafei com quem não deveria e no fim, decidi vir aqui. Pretendo usar meus dedinhos p/ tornar toda essa merda que eu sinto em palavras e frases, um grande e longo desabafo, uma explicação ( acho que pra mim mesmo), e, talvez uma carta de suicídio.
Eu estou p/ entrar na vida adulta, ou seja, ainda sou o que chamam de jovem. Não tenho muita vivência em anos, sem muitas experiências pelo mundo, ainda não sei de muitas artimanhas de lidar com as coisas no geral, coisas da vida, grandes ou pequenas que tu aprende... Bom, aprende vivendo. Mesmo assim, eu me sinto como se tivesse vivido décadas, emocionalmente falando. Quanto mais eu olho para os dias, meses e anos que estão atrás do hoje, mais parece que eu passei por coisa demais, vivi demais, p/ um... Jovem.
Morte de pessoas próximas, amor daquele tipo que te faz repensar a vida, repensar a vida em si, erros que poderiam me levar p/ vala antes da hora, mais morte, mais amor e por fim, eu desistindo de tudo.
Quer dizer, quantas vezes na vida uma pessoa conhece alguém que te muda quase que completamente? Comigo aconteceu duas vezes em um período relativamente curto.
Talvez seja pelo fato de meu controle emocional não ser o mais eficiente, ou pelas minhas péssimas e impulsivas decisões que vem com a emoção no comando ao invés do cérebro, mas durante esse ano e uma parte do ano passado eu >senti< mais do que em toda a minha vida.
Senti muito, senti coisas boas, ruins, péssimas, incríveis. Fui do céu ao inferno da noite p/ dia, me ergui decidido a viver a melhor vida que eu conseguisse alcançar com meu esforço, e fui jogado na lama de novo.
'Jogado na lama' é uma boa definição do que aconteceu comigo.
A primeira vez de uma emoção me derrubar foi em 15 de janeiro de 2019. Meu pai, com seus 39 anos, faleceu. Vítima de um tumor cerebral raro. "Possibilidsde de Lesão Glial de Tronco Cerebral não pode ser descartada" era o que estava escrito no primeiro exame do meu pai, após uma massa ofuscar uma parte da radiografia. Na época, eu não fazia ideia do que isso significava. Minha mente inocente acho que pelo fato da palavra "lesão" estar ali seria algo relativo a um machucado. Achei que ele poderia ter batido a cabeça e causado alguma coisa estranha. Mais tarde, depois de ler isso, eu fui pesquisar sobre esse termo, e logo vi que lesão pode também se referir a tumor. Dito e feito. E pior, um tumor raro, que quase sempre aparece em crianças e quase nunca em adultos da idade do meu pai. E pior ainda, inoperável. Uma cirurgia na região onde a massa estava deixaria sérias sequelas, isso se ele resistisse a cirurgia. O tratamento com radioterapia e quimioterapia foram as únicas opções. Pouco a pouco, ele foi morrendo. Perdendo os movimentos dos membros do corpo, coma, e o resto é de se imaginar. Incrivelmente, ele não sentia dor. Ao menos ele falava que não.
Ele se foi no dia 15 de janeiro, no dia 19, nasceu meu irmão. Sim minha mãe passou a gravidez do segundo filho dela cuidando do meu pai acamado. Tendo que passar por todo esse estresse. E mesmo assim, ela com o barrigão contendo meu maninho estava lá, firme e forte todo o dia. Ele nasceu muito saudável e muito bonito, conforme foi crescendo, foi desenvolvendo as feições do meu pai. Eu puxei a minha mãe, ele o meu pai. Acho que ele deixou uma extensão dele p/ gente.
Eu nunca fui muito próximo do meu pai e isso é uma das coisas que me arrependo e muito. Eu com a minha birra adolescente. Ele não era alguém fácil de se conviver, isso não. Mas ele era um homem extremamente honesto, de caráter, cuidador e muito alegre. "Homem com h maiúsculo", como minha mãe diz. Não ter me aproximado do meu pai quando eu tive a chance é uma das coisas que eu me arrependo e sinto vergonha, muita vergonha.
Minha mãe me disse uma vez que "amor vem da convivência", quer dizer, é relativamente verdade. Se tu conviver com alguém, todos os dias, interagir com essa pessoa, tu vai acabar desenvolvendo alguém sentimento, seja fraternal, amoroso... Um sentimento. Mas isso só se a convivência for positiva. O fato de eu sempre estar retraído, "arisco" com meu pai, talvez tenha feito eu não amar ele o sulficiente p/ morte dele me derrubar. Eu não sei. Minha mãe chorou por meses, eu chorei só no momento, no dia e pouco depois. Me sinto culpado por não ter chorado mais, sentido mais. É estranho dizer, mas eu queria ter sido jogado na lama por isso. Esse momento sim, seria importante o suficiente p/ uma queda. Não as bobagens que me derrubaram depois. Mesmo assim... Cá estou eu, na lama por... Nada tão importante.
Um ano se passou e eu conheci esse cara, que foi super legal no início. Ele foi o primeiro cara que eu conheci que foi legal comigo, me levava p/ passar a tarde em parques, comer algo em algum restaurante, tomar um sorvete, ou simplismente ficar com ele com ele, no carro, conversando sobre tudo e sobre nada. Ouvir ele contar suas histórias, pensamentos, crenças e sua visão de mundo passou a ser meu passatempo favorito. Ele me fez repensar toda a minha vida, queria mudar tudo o que eu já tinha planejado, e não era pouca coisa, p/ simplismente tentar ser tão interessante quanto ele era. Eu me iludi ainda mais nisso tudo, pois em todo o tempo que a gente ficou junto, nunca nem transamos, no máximo uns amassos e mão boba. Eu pensa que isso era um sinal de que era uma conexão o que a gente tinha, não sexo, não corpo, mas sentimento. Eu me apaixonei, perdidamente e claro, não estaria comentando aqui se tivesse sido uma história feliz. Minha insegurança me levou a tomar decisões que, se olhadas de longe, poderiam ser vistas como eu me auto destruindo. Muita coisa, mas muita coisa mesmo aconteceu. "Merdinha doente" ele me chamou disso, e o que mais me doía na época, era que ele tava certo. 'Certo' por me chamar assim, eu mereci, mas não certo nas atitudes dele. Eu sempre fiz questão de deixar claro o quanto eu gostava dele. E ele sempre desconversou. Isso foi me consumindo... não entender o que ele de fato sentia foi aumentando a minha insegurança e ele via isso acontecer, não é como se eu tentasse esconder. Mas sabe, não falar no problema, não resolve ele. Quando eu tomei a decisão que começou a formar o bolo de merda, eu já estava no fundo do poço: Eu parei de comer direito, perdi peso por isso. Minha imunidade baixou, tive algumas feridas no corpo. Eu podia dormir 10 horas por dia, mas era como se eu dormisse apenas uma. Tava na lama, pela primeira vez, eu me sentia um coco. Mas eu ainda tinha energia de sobra p/ empurrar essa bola de erros até ela crescer o sulficiente e quase me esmagar e isso >quase< aconteceu... Porém, eu consegui um diálogo com ele. Uma última conversa, e aí me resolvi. Ao menos ouvi a verdade: Não era recíproco o sentimento, ele me via como uma experiência de vida, algo novo a se tentar, nada sério. Da p/ imaginar como é ouvir da pessoa que te fez se sentir apaixonado pela primeira vez e fez você repensar a vida... que tu não é mais que uma experiência nova, quase um diversão? De toda forma, ou eu aceitava isso de uma vez, ou eu era esmagado. Decidi aceitar, procurei ajuda profissional (doutora, muito obrigado!) E optei por aplicar toda a minha energia em mudança, p/ mim mesmo, p/ meu bem estar.
Isso tudo não foi de todo ruim. Passei a me conhecer melhor, entender mais os meus motivos, e principalmente conhecer esse lado emocional descontrolado que eu desconhecia até então. No meio do furacão, inclusive, sai do armário p/ minha mãe, não que isso seja importante, de toda forma, eu entendi que eu era uma bomba relógio. Era só eu me cuidar pra não explodir de novo... E não fiz isso muito bem
Semanas se tornaram meses e eu estava bem. Relativamente bem. Não radiante, motivado a mundo. Nem depressivo, querendo nem acordar de manhã. Mas bem o sulficiente p/ tocar a minha vida. Eu gosto de pensar que eu vivo numa linha reta, e tenho que permanecer assim, estável, reto, religiosamente sem 'oscilações' nessa linha, e era assim que eu estava.
Quando eu me senti pronto p/ recomeçar a conhecer outras pessoas, eu fui atrás disso, até por que eu não sou santo, e tenho minhas vontades. Nisso, eu conheci esse outro cara, e aí que meu estado atual começou.
Com ele eu achei que seria diferente.
Durante o primeiro mês, tudo estava ótimo, eu via que era recíproco, eu gostava dele, e tínhamos uma conexão ( se é que me entende ) fenomenal. Ele me dizia que eu era o primeiro cara que ele ficou tanto tempo, o único que ele pensava em sair, em conhecer. Que não queria ficar com mais ninguém, só comigo.... Isso é um sinal de reciprocidade, não é? Afinal, eu também estava me sentindo assim. Apaixonadinho de novo, que erro.
Blá blá blá, conversa vem e vai e senti que ele tinha mudado comigo. Não estava no ritmo de antes. Demorava pra responder, não era mais tão presente, estava casual demais. Como eu não gosto de joguinhos, tentei, várias e várias vezes conversar sobre, deixei bem claro o quanto eu gostava dele. Sempre deixei. E ele desconversava, dizia que não queria falar sobre o assunto. Eu aceitava. Ia fazer o que? Pirar de novo? Não. Achei que com a intimidade estava vindo a casualidade. Ok né?
Até que esse cuzão surgiu do inferno p/ me atormentar.
Um fake, vindo da pqp, começou a me mandar mensagens através de um perfil do Instagram. Ele me chamava de corno, gado, cachorrinho bem treinado. O perfil, era recheado de conversas onde ele, o cara que eu tava apaixonado, falava com outros caras, sacanagem, nudes, fotos, ele combinado de sair com outros caras. Tinha coisas do perfil +18 no twitter dele, o dele claramente falava sobre essas coisas, como se estivesse saindo ou conversando com outros caras. Além claro, dele ter um perfil desses.
Era verdade tudo aquilo? Como eu ia saber, poderia muito bem ser um fake, é fácil fazer fakes hoje em dia. Mas também poderia não ser, tinha coisas lá que estavam de acordo com a realidade.
Preferi relevar, e confiar nele, até que o próprio veio até mim falando de um fake. O mesmo fake, aparentemente, só que no twitter.
Como havia coisas pessoais, ele chegou a desconfiar de mim, quase mandei ele a merda.
Bom, nesse vai e vem, descobri que era tudo verdade, as conversas e prints. Ele disse que conversava com outros caras, que estava no Grindr. E... Tudo bem? Afinal, não tínhamos nada sério, certo? Errado.
No início eu aceitei. Somos ficantes, eu pensei, vamos levar isso da melhor forma possível, mas não era o que eu sentia. Repensando nossa relação até ali, em muitos momentos ele deixou a entender que gostava de mim, que só queria a mim. Eu cheguei a questionar ele uma vez, se eu poderia continuar com os meus sentimentos por ele e, embora ele tenha hesitado, ele disse que sim. Sabe, atitudes falam >muito<, e as dele falavam exatamente isso. Então por que, do nada, isso?
Aconteceu algumas coisas, e depois de muito insistir ele falou o que eu já sabia, ele no início estava afim de mim da mesma forma que eu estava afim dele, mas ele mudou de ideia, e quando percebeu isso, eu já estava apegado. Ao invés dele ser sincero e responsável e conversar, ele simplismente decidiu continuar com isso, pois, segundo ele, ele gostava de conversar comigo, e queria minha amizade... Sério? Tu deixa eu me apaixonar por você por que gosta de conversar comigo? Enquanto marca de "fazer trenzinho" com outros caras, enquando diz que vai estar ocupado fazendo prova, mas está saindo pra ir fazer sacanagem. Ele me manteu gado por ele por que... Queria continuar conversando comigo. É justo isso? Manipular, mesmo que sem querer, alguém só p/ atender os próprios desejos? Qual é...
Eu cheguei pensar que eu que tinha me iludido, que ele só estava ficando e eu me apaixonando, e seria isso mesmo, se as atitudes dele não fossem outras.
Sinceramente, eu caí de novo, dessa vez pior que antes. Agora eu me senti manipulado, usado, iludido, feito se trouxa, desconsiderarado.
Eu tentei expressar isso pra ele, mas enquanto eu me abria pra ele, ele dividia a atenção entre eu e o seja lá o que no Grindr. Sim, eu achei o perfil dele lá e o via online enquanto eu tentava ter um diálogo, com ele.
Ele falava que sentia muito e queria me ajudar a sair dessa. Que se importava, se importava comigo de todo o jeito, mas aí saia da conversa e voltava p/ Grindr, sumia.
Usado, lixo, manipulado, um brinquedo.
É como eu me sinto. Um brinquedo usado.
Entrei no poço, e cabei fundo. A dor que eu sinto, o mau estar, o cansaço mental estão acabando comigo. Não consigo me desconectar, tenho noites em claro, qualquer coisa me irrita, não tenho apetite, parece que tem um peso nas minhas costas.
Eu estou na merda.
E sabe o que mais me dói? Ele não está nem aí. Eu acho que tornei ele minha âncora, e achei que eu era a âncora dele. Agora que tô vendo que ele me jogou pra escanteio, no mesmo lugar onde estão os caras que ele ia marcar se fazer "trenzinho", eu tô me doendo por não ser importante o suficiente. Assim como eu era no início, onde tudo era compartilhado um com o outro.
Não me entenda mal, eu sei que relações vem e vão e não devemos nos apegar demais, aprendi isso na primeira vez, mas é justo quando você acha que está numa relação recíproca e torna a pessoa seu porto seguro e ela demostra que você pode fazer isso? Tem como não se apegar em alguém que não te fala a verdade e você não sabe dela? Eu achei que eu sabia, por isso não me preocupei e me deixei levar.
Bom, depois de tudo, eu percebi uma coisa: não tenho energia p/ continuar. Na primeira vez, eu tava com gás p/ voltar pra normalidade. Agora eu só quero dormir e não acordar.
Eu me sinto sozinho agora, sem ter ninguém p/ me apoiar.
Esse é só uma dos meus problemas, eu não tô assim 100% por isso, mas isso foi um gatilho, apagou a vela que eu tinha p/ enxergar a frente. É como se eu estivesse sujo de lama a antes, e agora estivesse mergulhado nela. Não sei o que fazer, não tô mais aguentando. Eu choro, choro e não resolve.
A única coisa que me agrada agora é dormir, dormir profundamente. Por que assim eu não penso, não sinto. É como deixe de existir. Toda essa dor some, e só volta no dia seguinte. Acordar é desgosto sem tamanho. O dia é um desgosto, a única coisa que vale a pena, é chegar em casa, me entupir de calmante e dormir... E é isso que eu pretendo fazer.
Não sei se isso que eu sinto é só uma fase, provavelmente é, mas é uma fase que vai durar muito tempo, tempo que eu não quero esperar passar. Ou melhor, eu não tenho energia p/ aguentar passar. Por isso não quero mais acordar depois das minhas horas de sono, quero continuar dormindo pra sempre. E só tem um jeito p/ isso..
Eu sinto pela minha mãe e meu irmão mais novo, minha mãe principalmente, vai sentir o peso disso demais. E eu tô sendo um egoísta do caramba ao fazer isso, mas eu posso ser egoísta uma vez na minha vida. Eu sempre me doei p/ os outros, quando eu gostava, como já deu p/ ver, eu colocava a pessoa em 1° lugar. E isso com minha mãe também. Mas já cansei disso, cansei de tudo e não me importo com mais nada, queria, mas não consigo.
No momento eu estou com dezenas de medicamentos num saquinho, tomando coragem p/ tomar eles. Não sei se tenho essa coragem, e se eu acordar amanhã, é por que não tive.
De todo jeito, acho que desabafei bem. Obrigado a você que leu.
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2020.09.17 06:24 Rotarki Eu preciso de uma luz

Eu vou tentar resumir para que não fique muito grande. Eu tenho 22 anos de idade, estou no último ano da faculdade, faço curso na área de tecnologia da informação e estou bastante perdido na minha vida. Eu perdi a vontade de lutar por mim, ao mesmo tempo, eu não quero desistir da minha vida.
Eu formei no ensino fundamental, médio e curso técnico sem tirar uma nota abaixo da média, eu nunca fiquei de recuperação ou reprovei em absolutamente nada, tudo sempre foi muito fácil pra mim, eu simplesmente ia e dava certo, sem me importar com qualquer coisa que pudesse ser um obstáculo. Eu era extremamente cheio de vontade e queria ser alguém 'grandioso', mas o único motivo para isso era a capacidade de construção de uma família feliz, queria ter uma esposa e 2 filhos, e ser para eles um herói, esse era meu sonho de criança. Minha motivação esteve por muito tempo arraigada à ideia de estar ao lado de um amor, e construir uma vida assim... Mas, ao longo da minha vida eu fui me decepcionando muitas vezes, e nunca confiei muito em ninguém, nem em amigos que eu amo, porque penso que estes mesmos podem me deixar um dia. Nunca namorei de verdade, e a garota da qual eu cheguei mais perto disso, que eu mais confiei em toda minha vida e me abri de todas as formas, me abandonou no fim e foi extremamente doloroso, eu me senti substituído e inválido, fraco. A vida perdeu o sentido, e eu me senti um homem impotente comigo mesmo, desprezível até, inferior.
Claro, depois de um tempo eu percebi que o erro era em sua maior parte da garota em questão, e eu também errei em interpretar o quão especial ela era pra mim, eu superei esse relacionamento mas não voltei a ver cor na vida, aquilo era tinha sido o rompimento do último fio que mantinha minha vontade no mundo. O mundo é repleto de pessoas podres, crueldade e decepções de todas as espécies, eu sei que há, entretanto, no meio de todo o caos algumas centelhas de luz, e é justamente o que eu preciso nesse instante, um pequeno milagre, que claro, pequenino aos olhos alheios, pois para mim seria possivelmente o maior que vivi após o meu nascimento. Eu entrei na faculdade já deturpado mentalmente, não era mais obrigado a ficar na sala de aula portanto eu matava muitas aulas, eu não me importava com absolutamente nada, nem com resultados de provas, trabalhos, notas ruins...(Não foi quando houve o rompimento da relação com a garota, eu já entrei na faculdade meio desanimado da vida, o rompimento do relacionamento com a garota foi no começo de 2020, meu último ano da faculdade) Por mais inteligente que eu pudesse ser, não havia como adivinhar o conteúdo da prova sem nem ter feito absolutamente nenhuma aula anterior a mesma, então eu afundava absurdamente em tudo, foi assim durante todos os anos da faculdade, mas eu conseguia ser aprovado ainda assim, porque meu esforço mínimo já gera grandes resultados, costumeiramente.
Chegamos ao problema: Eu não consigo mais me esforçar nem minimamente, eu perdi totalmente o interesse no mundo. Após o problema do último relacionamento, eu fiz um pequeno plano de curto prazo do qual, surpreendentemente, tudo aconteceu, o último estágio do plano era sair do meu emprego e focar em estudar programação, porque é o que está relacionado ao meu curso e onde tenho maiores possibilidades de ganho. Eu me encontro na fase aonde eu posso simplesmente me esforçar e estudar, mas não tenho vontade, eu não consigo ir adiante nisso porque não tenho desejo disso, e não consigo ter motivação e nem o mais importante, disciplina. Pra quê me esforçar? Pelo quê lutar? Eu não amo nada, não consigo amar nada, e não tenho ambição ou cobiça de construir mais nada, eu não sei nem se ainda quero realizar aquele meu grande sonho de ter uma família, eu me decepcionei demais vivendo. Eu sinto que já vivi tudo, já senti como é ter muito dinheiro, como é ter relações sexuais, como é amar e como é ser desprezado, eu nunca me senti verdadeiramente amado por uma garota, mas isso nem mesmo é o foco principal. Eu conseguiria seguir adiante, sabe? Eu sei que se eu sentisse verdadeiramente vontade, eu dobraria o mundo de joelhos pois eu realmente me esforçaria em prol de algo. Acontece que se foi toda a minha vontade de lutar, eu tô cansado. Eu não tiro minha vida porque não quero desistir, eu não quero assumir que eu perdi, eu sei e acredito que enquanto houver vida há esperança, mas... Como pode haver esperança para alguém que não quer mais lutar? Eu não consigo simplesmente abrir um vídeo no youtube de 20 minutos pra estudar, eu tenho desejo de fazer qualquer outra coisa. Antes que pense algo como 'Você só não gosta tanto assim de programação' bem, eu gostaria de gostar de alguma coisa, mas não há nada que eu ame na vida, não há nada que me dê verdadeiramente prazer e que eu queira, eu tenho apenas existido. Pelo menos acho interessante programação.
Eu juntei um dinheiro, consigo me manter por 11 meses sem depender de nenhuma ajuda financeira, eu realmente planejei para que eu pudesse viver esse momento e me dedicar 100% ao estudo de programação, mas eu não consigo me dedicar nem 1%. O tempo tá passando, e eu já tô nessa tem alguns meses, eu tenho vários trabalhos atrasados na faculdade que eu não tenho vontade de resolver, inclusive o meu TCC. Eu sinto que isso tudo é uma bomba relógio até dar um grande problema, mas eu não sinto medo, e as duas razões pra isso são: 1- Eu não me importo 2- Eu sei que se eu me importasse, eu resolveria qualquer coisa.Eu já cogitei que tudo isso pudesse ser uma grande auto-sabotagem, e que eu construí durante 4 anos uma arma pra me destruir, porque no fundo eu me odeio, mas não sei se isso era mesmo a resposta, considerei várias vezes tê-la encontrado, falhei em todas. Esse é o grande abismo da minha vida, infelizmente, cedo demais eu encontrei ele. Eu penso que se eu superar essa necessidade do desejo para lutar, não existirá nunca mais algo que seja um obstáculo pra mim, eu, ironicamente, sou meu maior obstáculo. Como vencer à mim mesmo? Eu não sei se alguém poderá realmente me entender e me dar alguma pista de como sair desse labirinto mental que eu vivo, mas eu preciso tentar pelo menos esse pouco aqui, porque eu sou teimoso demais pra desistir totalmente de mim.
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2020.09.17 06:23 Rotarki Preciso de uma luz.

Eu vou tentar resumir para que não fique muito grande. Eu tenho 22 anos de idade, estou no último ano da faculdade, faço curso na área de tecnologia da informação e estou bastante perdido na minha vida. Eu perdi a vontade de lutar por mim, ao mesmo tempo, eu não quero desistir da minha vida.
Eu formei no ensino fundamental, médio e curso técnico sem tirar uma nota abaixo da média, eu nunca fiquei de recuperação ou reprovei em absolutamente nada, tudo sempre foi muito fácil pra mim, eu simplesmente ia e dava certo, sem me importar com qualquer coisa que pudesse ser um obstáculo. Eu era extremamente cheio de vontade e queria ser alguém 'grandioso', mas o único motivo para isso era a capacidade de construção de uma família feliz, queria ter uma esposa e 2 filhos, e ser para eles um herói, esse era meu sonho de criança. Minha motivação esteve por muito tempo arraigada à ideia de estar ao lado de um amor, e construir uma vida assim... Mas, ao longo da minha vida eu fui me decepcionando muitas vezes, e nunca confiei muito em ninguém, nem em amigos que eu amo, porque penso que estes mesmos podem me deixar um dia. Nunca namorei de verdade, e a garota da qual eu cheguei mais perto disso, que eu mais confiei em toda minha vida e me abri de todas as formas, me abandonou no fim e foi extremamente doloroso, eu me senti substituído e inválido, fraco. A vida perdeu o sentido, e eu me senti um homem impotente comigo mesmo, desprezível até, inferior.
Claro, depois de um tempo eu percebi que o erro era em sua maior parte da garota em questão, e eu também errei em interpretar o quão especial ela era pra mim, eu superei esse relacionamento mas não voltei a ver cor na vida, aquilo era tinha sido o rompimento do último fio que mantinha minha vontade no mundo. O mundo é repleto de pessoas podres, crueldade e decepções de todas as espécies, eu sei que há, entretanto, no meio de todo o caos algumas centelhas de luz, e é justamente o que eu preciso nesse instante, um pequeno milagre, que claro, pequenino aos olhos alheios, pois para mim seria possivelmente o maior que vivi após o meu nascimento. Eu entrei na faculdade já deturpado mentalmente, não era mais obrigado a ficar na sala de aula portanto eu matava muitas aulas, eu não me importava com absolutamente nada, nem com resultados de provas, trabalhos, notas ruins...(Não foi quando houve o rompimento da relação com a garota, eu já entrei na faculdade meio desanimado da vida, o rompimento do relacionamento com a garota foi no começo de 2020, meu último ano da faculdade) Por mais inteligente que eu pudesse ser, não havia como adivinhar o conteúdo da prova sem nem ter feito absolutamente nenhuma aula anterior a mesma, então eu afundava absurdamente em tudo, foi assim durante todos os anos da faculdade, mas eu conseguia ser aprovado ainda assim, porque meu esforço mínimo já gera grandes resultados, costumeiramente.
Chegamos ao problema: Eu não consigo mais me esforçar nem minimamente, eu perdi totalmente o interesse no mundo. Após o problema do último relacionamento, eu fiz um pequeno plano de curto prazo do qual, surpreendentemente, tudo aconteceu, o último estágio do plano era sair do meu emprego e focar em estudar programação, porque é o que está relacionado ao meu curso e onde tenho maiores possibilidades de ganho. Eu me encontro na fase aonde eu posso simplesmente me esforçar e estudar, mas não tenho vontade, eu não consigo ir adiante nisso porque não tenho desejo disso, e não consigo ter motivação e nem o mais importante, disciplina. Pra quê me esforçar? Pelo quê lutar? Eu não amo nada, não consigo amar nada, e não tenho ambição ou cobiça de construir mais nada, eu não sei nem se ainda quero realizar aquele meu grande sonho de ter uma família, eu me decepcionei demais vivendo. Eu sinto que já vivi tudo, já senti como é ter muito dinheiro, como é ter relações sexuais, como é amar e como é ser desprezado, eu nunca me senti verdadeiramente amado por uma garota, mas isso nem mesmo é o foco principal. Eu conseguiria seguir adiante, sabe? Eu sei que se eu sentisse verdadeiramente vontade, eu dobraria o mundo de joelhos pois eu realmente me esforçaria em prol de algo. Acontece que se foi toda a minha vontade de lutar, eu tô cansado. Eu não tiro minha vida porque não quero desistir, eu não quero assumir que eu perdi, eu sei e acredito que enquanto houver vida há esperança, mas... Como pode haver esperança para alguém que não quer mais lutar? Eu não consigo simplesmente abrir um vídeo no youtube de 20 minutos pra estudar, eu tenho desejo de fazer qualquer outra coisa. Antes que pense algo como 'Você só não gosta tanto assim de programação' bem, eu gostaria de gostar de alguma coisa, mas não há nada que eu ame na vida, não há nada que me dê verdadeiramente prazer e que eu queira, eu tenho apenas existido. Pelo menos acho interessante programação.
Eu juntei um dinheiro, consigo me manter por 11 meses sem depender de nenhuma ajuda financeira, eu realmente planejei para que eu pudesse viver esse momento e me dedicar 100% ao estudo de programação, mas eu não consigo me dedicar nem 1%. O tempo tá passando, e eu já tô nessa tem alguns meses, eu tenho vários trabalhos atrasados na faculdade que eu não tenho vontade de resolver, inclusive o meu TCC. Eu sinto que isso tudo é uma bomba relógio até dar um grande problema, mas eu não sinto medo, e as duas razões pra isso são: 1- Eu não me importo 2- Eu sei que se eu me importasse, eu resolveria qualquer coisa. Eu já cogitei que tudo isso pudesse ser uma grande auto-sabotagem, e que eu construí durante 4 anos uma arma pra me destruir, porque no fundo eu me odeio, mas não sei se isso era mesmo a resposta, considerei várias vezes tê-la encontrado, falhei em todas. Esse é o grande abismo da minha vida, infelizmente, cedo demais eu encontrei ele. Eu penso que se eu superar essa necessidade do desejo para lutar, não existirá nunca mais algo que seja um obstáculo pra mim, eu, ironicamente, sou meu maior obstáculo. Como vencer à mim mesmo? Eu não sei se alguém poderá realmente me entender e me dar alguma pista de como sair desse labirinto mental que eu vivo, mas eu preciso tentar pelo menos esse pouco aqui, porque eu sou teimoso demais pra desistir totalmente de mim.
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2020.08.13 19:18 RathalosSlayer97 O relógio embriagado, o desfile suíno e outras histórias da minha terra.

Boas tardes novamente, gente linda! Depois de vos ter enojado e de vos ter falado sobre pessoal "invulgar", resolvi trazer-vos mais algumas pequenas crónicas. Desta vez vamos falar de histórias bizarras vindas de uma certa terra da nossa amada Bacalhaulândia.
A terra onde eu vivo, porque claro que uma pessoa com o meu historial de encontros sinistros tinha que vir morar para um País das Maravilhas, onde há tudo menos as virgens solteiras prometidas nos anúncios virtuais. Acho que já falei uma vez neste sub sobre o padre local, que apesar do seu suposto celibato, do seu estrabismo e da sua falta de dentes, consegue andar metido com uma boa percentagem da nossa população feminina. Mas ele está longe de ser a única atração deste sítio.
Existe também um senhor já de idade, barrigudo e cheio de barba amarelada, que até se parece bastante com o Pai Natal se este último se tivesse tornado num misantropo que vendeu as renas para sustentar os seus vícios boémios. É frequente vê-lo quase todas as tardes a deambular pelas ruas, com um fiel pacote de vinho numa mão, a gritar todos os palavrões que temos na nossa língua e a desafiar os outros transeuntes para combates. Costumava usá-lo como uma espécie de relógio de cuco vivo, porque ele passava sempre pela minha janela à mesma hora. Assim que ouvia os seus berros já sabia que eram três da tarde. Mas um dia esse meu relógio adiantou-se e começou os gritos ébrios às onze da manhã. A partir daí, deixei de contar com ele, porque se há coisa que eu não suporto é material defeituoso.
Ocorreu também uma coisa estranha durante uma manhã quente. Estava a conduzir e vi algo no meio da estrada que me forçou a travar. Algo que era sujo, rosado e gordo. Por breves instantes pensei que era a minha antiga professora de Físico-Química que regressara para me assombrar, mas apesar das semelhanças alarmantes não era. Era uma porca, com uma pança que se arrastava pelo chão. Olhou para mim, e depois de o ter feito, apareceram pelo menos sete outros porcos mais pequenos, que também olharam para mim de forma pouco amigável. Engoli em seco. Estava sozinho naquela estrada pacata, e pensei logo no pior. De certeza que tinha chegado a hora de pagar por todas as entremeadas e chouriços assados que tinha comido ao longo da minha vida, e que o meu carro estava prestes a ser o palco de uma revolução animal ainda pior que a do Orwell. Mas felizmente foram-se todos embora sem confrontos. De qualquer forma, encarei aquilo como um aviso e reduzi o meu consumo de produtos suínos.
E uma das melhores ocorreu há uns anos atrás, quando eu ainda andava na escola secundária. Fui com os meus pais ao Mini Preço local (o que por si já era um erro gigantesco, porque aqui o Mini Preço fica ao lado de uma vizinhança mais que curiosa) e fiquei no carro à espera com o meu pai enquanto a minha mãe ia lá dentro. O parque de estacionamento e o supermercado em si estavam mergulhados num silêncio que era muito invulgar para aquela zona. Normalmente era possível ver-se e ouvir-se os agarrados da minha escola a serem detidos nas caixas porque tentaram roubar pacotes de frutos secos da Matutano e os iluminados que pensavam que todos os outros tinham que ter o privilégio de ouvir as suas péssimas escolhas no que toca a gostos musicais e colocavam o volume dos rádios a níveis absurdos.
Mas nessa tarde só se ouvia um melancólico vento. Enganado por esse falso sinal de segurança, o meu pai baixou a guarda e saiu para fumar. Passado dois minutos, ouve-se o lamento de pneus que foram forçados a virarem de repente. E depois, um estrondo e os gritos mortais de um vidro que acabara de falecer.
O responsável fora um indivíduo, com um cheiro bizarro e tão guedelhudo que nem sequer dava para perceber se tinha olhos ao todo. Vou apelidar esta figura de Trancoso, o Rançoso. O Trancoso batera contra um dos postes do toldo enquanto tentava estacionar de marcha-atrás e agora tinha um belo estrago nas traseiras daquele pequeno Ford.
Saíu do carro em pânico, com as mãos perdidas no seu mar de cabelo, a olhar para o meu pai e a repetir a mesma frase como um louco num asilo:
E AGORA CHEFE?! QUÉ QUE EU FAÇO À MINHA VIDA, CHEFE? O CARRO NÃO É MEU Ó CHEFE!
Desconfio que nem era a primeira vez que o Trancoso arruinava uma viatura, porque mais ninguém reagiu ao barulho e ao seu augúrio. O meu pai, por sua vez só dizia: "Pois, amigo, pois... É chato..."
Então, o Trancoso salta novamente para dentro do carro, mete um cigarro no canto da boca e grita:
EU JÁ VENHO, CHEFE! ESPERE AÍ QUE EU JÁ VENHO!
Desapareceu pela rua fora, deixando apenas uma baforada do seu cheiro e cacos de vidro como os únicos vestígios da sua presença ali. Fomos embora pouco depois e nunca mais o vi. Por ironia, no caminho para casa tocou o My Heart will Go On na estação que tínhamos no rádio da carrinha. Enquanto ouvia a música e admirava os últimos raios de sol daquela tarde, não pude deixar de me comover com aquele final tão poético para um dia marcado pela desgraça que aconteceu ao Trancoso e ao seu companheiro. Ainda hoje penso nele. Que as tuas próximas cavalgadas sejam menos atribuladas, ó rafeiro desnorteado.
E vocês, meu povo? Também existem peripécias insólitas onde vivem?
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2020.08.07 04:24 YatoToshiro Fate/Gensokyo #49 Saber of Red (Fate/Grand Order) Parte 2


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Londres: O Mundo da Morte na Cidade do Nevoeiro Demoníaco
Materializando-se do nevoeiro demoníaco, Mordred logo se encontrou e fez uma parceria com Henry Jekyll para salvar Londres, com ela fazendo o trabalho de campo. Antes da chegada de Caldéia, o casal descobriu que o Museu Britânico, que serve como entrada da Torre do Relógio, foi destruído pelos criadores do nevoeiro, o Projeto Demonic Fog, para remover qualquer oposição.
Mais tarde, ela confronta Ritsuka Fujimaru e Mash Kyrielight ao ver que podem respirar no nevoeiro, perguntando se são amigos ou inimigos. Eles não respondem, mas ela os acha inofensivos. Ela adverte a seguir em frente se eles valorizam suas vidas antes de partir. Ela fica de olho no par e as testemunha destruir um Helter Skelter. Ela interpõe durante a análise de Romani Archaman dos golens mecânicos para informá-lo de seu nome. Ela conclui que Ritsuka e Mash não são inimigos e concorda em contar a eles sobre Londres.
Ela os leva ao apartamento de Jekyll, onde ele a repreende por se apresentar com seu nome verdadeiro. Ela o ignora, já que eles não estão em uma guerra normal do Santo Graal. Eles então explicam a Ritsuka e Mash como se tornaram parceiros quando o Nevoeiro Demoníaco desceu sobre Londres. Depois que Jekyll explica as circunstâncias de Londres, ele envia Ritsuka, Mash e Mordred para proteger um de seus colaboradores, Victor Frankenstein.
Saindo do apartamento, Mordred fica desanimado e deixa quando acaba de voltar. Enquanto leva Ritsuka e Mash à mansão de Victor, ela explica como Jekyll tem colaboradores por toda a cidade e conversa diariamente com eles via rádio. Mash logo pergunta a ela sobre suas motivações para lutar por Londres. Mordred responde que ela está aqui para enfrentar os perigos do amado Londinium de seu pai., Como ela disse antes. Ela então confessa que é porque ela não violou o britânico quando Mash suspeita que havia outro motivo. O grupo finalmente chega à mansão do Victor. Mordred explica que Victor é um mago genuíno, ao contrário de Jekyll, então sua guarnição é protegida por barreiras e armadilhas capazes de prejudicar Servos. Ela se lembra de ter tido uma experiência ruim quando checou a mansão pela primeira vez. Mefistófeles então sai das mansões, e Mordred suspeita corretamente que ele matou Victor. Depois de matá-lo, o grupo vasculha a mansão e encontra uma nota em sua biblioteca detalhando uma trama chamada Project Demonic Fog. Os líderes do projeto são "P", "B" e "M", que Victor suspeitava serem Espíritos Heroicos. Mordred então mostra Ritsuka e Mash Frankenstein, que ela encontrou anteriormente. Como os outros, ela não pode dizer se Frankenstein é um Servo ou não, suspeitando que o Nevoeiro Demoníaco esteja interferindo. Ela então explica que é um humano artificial construído pelo avô de Victor, de acordo com a nota em seu caixão. Frankenstein revela que ela ainda está viva. O grupo então a leva para o apartamento de Jekyll.
De volta ao apartamento, Mordred exige que Jekyll se desculpe com Frankenstein por incomodá-la por tocá-la durante sua inspeção. Ela concorda com Mash que Frankenstein aceita as desculpas de Jekyll se ele entendeu o desconforto dela. Ela então ameaça matá-lo quando ele se pergunta se ela e Mash podem entender Frankenstein porque são do mesmo sexo. Jekyll então envia o acordo do grupo com um Tomo Mágico que está entrando em prédios e atacando civis.
Deixando Frankenstein para trás, Mordred lembra-se de lutar contra Espécies Fantasmas, pois os Cavaleiros da Távola Redonda eram uma das expectativas que podem matar fantasmas. Ela também lembra os pictos, comparando-os com alienígenas em contraste com os outros bárbaros. Ela então luta com Mash para endurecer sua determinação. Jekyll finalmente entra em contato com o grupo para informar que o Tomo Mágico está colocando suas vítimas em um sono sem fim. Mordred se pergunta se é feito por magia ou droga, embora nenhum deles deva ser afetado graças a Ritsuka sendo protegida pela Habilidade de Resistência a Venenos (Temporária), e Mordred sendo principalmente protegido por sua Resistência Mágica. Jekyll então os direciona para uma livraria de antiguidades no Soho, onde um de seus informantes deveria estar. Lá eles encontram Hans Christian Andersen, e ele informa que o Tomo está no escritório ao lado. Decidindo que é muito perigoso lutar dentro de casa, o grupo o atrai para fora. Seus ataques são inúteis quando Andersen revela que é um Servo Vadio colocando as pessoas em um sonho em busca de um Mestre cuja psique possa tomar forma. Ele o chama de Nursery Rhyme, transformando-o em uma garota chamada Alice. Depois de derrotá-la, o grupo retorna ao apartamento de Jekyll, agora acompanhado por Andersen.
Jekyll diz ao grupo que a Scotland Yard está sob ataque de Jack, o Estripador. Mordred lembra como eles lutaram várias vezes, mas ela não se lembra de sua aparência ou habilidades. Antes de sair com Ritsuka e Mash, ela pergunta a Andersen se ele facilita Jack a derrotar, como fez com Nursery Rhyme. Andersen responde que Nursery Rhyme foi uma exceção, então Mordred sai irritado com ele. O grupo finalmente chega à Scotland Yard para encontrar Jack que já massacrou a estação sob ordens de "P" para que ele pudesse recuperar um item mágico. Eles matam Jack, mas "P" se teletransporta de volta para seus compatriotas.
De volta ao apartamento, o grupo aprende com Andersen que os Servos estão se materializando com o nevoeiro. Como Servo não pode ser convocado com a influência do Graal, ele suspeita que o nevoeiro tenha sido criado pelo Graal. Mordred então patrulha, então Ritsuka e Mash se juntam a ela. Ela lembra que ainda não encontrou grupos de Helter Skelter, que é o único inimigo que ela gosta de lutar. Ela também espera que eles encontrem oponentes dignos hoje à noite. O grupo logo conhece William Shakespeare, que recentemente se materializou da neblina. Mordred contempla por que alguns servos do nevoeiro são hostis quando "P" chega. Ele admite que seu grupo tem procurado os Servos que se materializaram da neblina e os manipularam para expandir a neblina. Ele revela que seu nome verdadeiro é Paracelsus von Hohenheim e luta contra o grupo. Depois de matar Paracelso, o grupo retorna ao apartamento de Jekyll, acompanhado por Shakespeare.
Na manhã seguinte, Ritsuka, Mash e Mordred estão em patrulha. Eles finalmente retornam ao apartamento para descansar um pouco. Eles relatam a Jekyll sobre a produção em massa de Helter Skelters. Ele suspeita que o Projeto Demonic Fog está aumentando seus esforços para conseguir mais Servos do nevoeiro após a morte de Paracelso. Mordred diz a Ritsuka e Mash para conversar com Andersen e Shakespeare até que sua curiosidade seja satisfeita. Ela então diz que eles precisam desativar os Helter Skelters. Andersen então pede que eles recuperem dados da Torre do Relógio para provar sua teoria sobre a Guerra do Santo Graal. No entanto, Mordred e Jekyll revelam sua entrada, o Museu Britânico, foi destruído antes da chegada da Caldéia. No entanto, o chefe do grupo juntou-se a Andersen, Shakespear e Jekyll para surpresa de Mordred.
Chegando ao Museu, o grupo vasculha seus escombros para encontrar a entrada subterrânea da Torre do Relógio. Eles o encontram e vão para baixo para encontrar os magos mortos. Eles logo se deparam com uma porta da biblioteca protegida, então Andersen e Jekyll investigam dentro enquanto os outros guardam a porta. Os feitiços nos livros impedem que eles saiam com eles, então os outros devem defendê-los até Andersen obter as informações que ele procura. Jekyll se transforma em Hyde para ajudá-los a lutar. Andersen finalmente encontra os dados que procurava, então o grupo retorna ao apartamento.
De volta ao apartamento, Andersen revela que o Ritual de Convocação de Servos foi adaptado de um que convoca sete dos espíritos heroicos mais fortes para combater um inimigo poderoso. Ele suspeita que alguém tenha previsto a vinda do grupo e colocou as informações sobre o ritual para encontrar. Mordred acha que nada disso ajudará contra a produção em massa dos Helter Skelters. De repente, o apartamento é atacado por um grupo de Helter Skelters. Depois de expulsá-los, Romani informa ao grupo que os robôs foram criados a partir de um nobre fantasma. Ele também revela que eles são controlados remotamente pelo Servo que os chamou, o que significa que desaparecerão se o Servo for morto. Enquanto o grupo pondera a localização da Serva, Frankenstein revela que ela sabe onde elas estão.
Enquanto Frankenstein lidera o grupo, Mordred pergunta a Ritsuka se Romani (chamando-o de Dr. Maron) pode fazer um cristal que enxerga longe, dizendo que seria fácil para Merlin. Ela está bastante satisfeita que Ritsuka não saiba sobre Merlin, acreditando que a perda da fama é o que ele merece. Ela sabe que ele está preso em sua torre em Avalon e lembra que ele era um bastardo voador. Ela então diz a Ritsuka para conversar com Mash, percebendo que ela parece deprimida. Mash confessa que é porque ela ainda não pode usar seu verdadeiro Noble Phantasm, mas Mordred diz que ela é diferente daquele bastardo do escudo. Ela diz que é mais forte que ele, só que fica aquém no que diz respeito ao Noble Phantasm. Ela diz que Ritsuka é o parceiro perfeito para Mash e diz que eles precisam se tornar um mestre de primeira classe para ser um servo de pleno direito. [23] O grupo finalmente chega às Casas do Parlamento, onde são atacados por um grupo de Helter Skelters comandado por um grande grupo. Mordred protege Frankenstein enquanto Ritsuka e Mash lutam com os Helter Skelters. Com a destruição do grande, os outros Helter Skelters de repente se enfrentam. Mash então tira fotos do grande Helter Skelter, a pedido de Romani. Ela percebe o nome do fabricante, ausente dos outros, que diz "Charles Babbage, 1888 dC".
Na manhã seguinte, Jekyll diz ao grupo que Charles Babbage está vivo, apesar dos registros históricos da Caldéia dizendo que ele deveria estar morto agora. Romani atribui isso às distorções criadas pela Singularidade, resultando na mudança de eventos. Assim, os mortos ainda vivem e não existem como Espíritos Heroicos, como Jekyll e Frankenstein. Jekyll revela que os Helter Skelters que foram completamente desligados foram todos reativados. O grupo sai para derrotar aquele que controla os Helter Skelters.
Eles seguem a liderança de Frankenstein novamente, mas Mordred logo suspeita que os esteja enganando dessa vez. Frankenstein admite que não acredita que Babbage esteja construindo os Helter Skelters para machucar os outros. Mordred a convence a levá-los até ele, dizendo que suas ações agora contradizem a crença dela em sua boa natureza. Ela os leva a Babbage, que revela que ele é "B" do Projeto Nevoeiro Demoníaco e um Servo que emergiu do nevoeiro. Mordred diz a ele para ouvir o que Frankenstein tem a dizer. Babbage se prepara para se render quando fica furioso com o grupo devido a "M" usando o Graal. Mordred diz a Frankenstein que suas palavras são inúteis, dizendo que às vezes as conversas terminam em brigas. Depois que ele é derrotado, Babbage diz ao grupo para ir para o subsolo, onde eles encontrarão a fonte do Nevoeiro Demoníaco: seu Mecanismo a Vapor Maciço, alimentado pelo Santo Graal, Angrboda. Depois que Babbage desaparece, o grupo retorna Frankenstein ao apartamento de Jekyll antes de seguir para o subsolo.
Eles seguem a liderança de Frankenstein novamente, mas Mordred logo suspeita que os esteja enganando dessa vez. Frankenstein admite que não acredita que Babbage esteja construindo os Helter Skelters para machucar os outros. Mordred a convence a levá-los até ele, dizendo que suas ações agora contradizem a crença dela em sua boa natureza. Ela os leva a Babbage, que revela que ele é "B" do Projeto Nevoeiro Demoníaco e um Servo que emergiu do nevoeiro. Mordred diz a ele para ouvir o que Frankenstein tem a dizer. Babbage se prepara para se render quando fica furioso com o grupo devido a "M" usando o Graal. Mordred diz a Frankenstein que suas palavras são inúteis, dizendo que às vezes as conversas terminam em brigas. Depois que ele é derrotado, Babbage diz ao grupo para ir para o subsolo, onde eles encontrarão a fonte do Nevoeiro Demoníaco: seu Mecanismo a Vapor Maciço, alimentado pelo Santo Graal, Angrboda. Depois que Babbage desaparece, o grupo retorna Frankenstein ao apartamento de Jekyll antes de seguir para o subsolo.
Viajando no subsolo, o grupo finalmente chega à câmara de Angrboda. Lá eles encontram Makiri Zolgen, o primeiro líder do Projeto Demonic Fog. Makiri revela que o Nevoeiro Demoníaco foi criado para destruir toda a Inglaterra, como comandado por seu rei. Ele continua um Espírito Heroico capaz de ativar completamente o Nevoeiro Demoníaco em breve se materializará do Nevoeiro. Ele então se encarna em Barbatos e ataca o grupo. Depois que Barbatos é derrotado, Makiri tenta convocar um Servo, mas Mordred o mata antes que ele possa terminar o encantamento. No entanto, servindo como o círculo de convocação e o encantamento restante, a Névoa Demoníaca completa o ritual. [25] Nikola Tesla é convocado e segue para a superfície, enquanto o grupo permanece inconsciente da explosão maciça de Energia Mágica após sua convocação. Depois que eles acordam, Romani avisa que Tesla está indo para um local na superfície para ativar completamente o Nevoeiro Demoníaco, para que possa se espalhar pela Inglaterra para destruir a época. Ele explica ainda a linha extra de Makiri para Madness Enhancement durante a convocação, que Tesla executou automaticamente a tarefa para a qual foi convocado. Depois de derrotar os homúnculos que os emboscaram, o grupo logo alcançou Tesla. Ele revela que o nevoeiro ativado absorve energia mágica sem limites, impedindo que o grupo o alcance. Mordred dispersa o nevoeiro quando absorve seu Clarent Blood Arthur. O grupo aproveita essa oportunidade para combater Tesla, mas o nevoeiro logo volta. Antes de continuar na superfície, Tesla diz ao grupo que está indo para onde a névoa é mais espessa, o céu acima do Palácio de Buckingham. Ele explica que um raio dele ativará totalmente o nevoeiro e implora que eles o parem antes dele.
O grupo corre para a superfície e encontra Sakato Kintoki e Tamamo no Mae, que recentemente lutaram com Tesla. Kintoki diz a eles que dispersou a neblina ao redor de Tesla, então o grupo correu pelas escadas dele para matá-lo. Depois de matar Tesla, eles se preparam para retornar à clandestinidade para remover o Graal de Angrboda. No entanto, eles são interrompidos quando Artoria Alter de repente se materializa da neblina, absorvendo-a enquanto ela se materializa. Mordred se pergunta por que ela não chegou para salvar Londres mais cedo. Ela então suspeita que veio matá-la porque é contra a idéia de salvar Londres. Vendo que ela exerce a Rhongomyniad, Romani implora para que o grupo corra, mas Mordred se recusa, já que seu destino é se rebelar contra o rei Arthur. Depois que o grupo mata Artoria Alter, eles retornam à câmara de Angrboda para remover o Graal.
Dentro da câmara, Mordred está satisfeito com o resultado. Porém, ela ameaça matar Mash quando disse que Artoria Alter não tinha controle consciente de suas ações. Ela decide não fazer isso, já que Mash estava apenas falando o que pensava, a mesma coisa que ela disse a Frankenstein. Andersen, Shakespeare, Kintoki e Tamamo logo chegam; Mordred ameaça matar os dois escritores por ser irritante. No entanto, uma figuras misteriosas de uma distorção semelhante ao Rayshift. Ele expressa decepção em Gilles de Rais, Romulus, Jason e Tesla por seus fracassos. Ele então revela que é a mente por trás da Incineração da Humanidade, Salomão. Mordred suspeita que ele é um Espírito Heróico que decidiu destruir a humanidade depois de ser convocado. Salomão corrige, porém, que ele se manifestou sob seu próprio poder. Ele revela que o anel de luz visto nos céus das Singularidades é seu terceiro fantasma nobre, Ars Almadel Salomonis. Por seu interesse em Mash, ele convoca apenas quatro dos Deuses Demônios e ataca o grupo. O grupo mata um dos deuses demônios, no entanto, Salomão mata Shakespeare, Kintoki e Tamamo. Mash implora aos romani que os desloquem para casa, mas a presença de Salomão torna isso impossível. Salomão declara que ele supera todos os Servos, independentemente de suas fileiras, como Espíritos Heroicos. Ele então tenta matar Mordred, mas Andersen bloqueia seu ataque. Andersen explica que o sistema de convocação do Espírito Heroico original criado pela Força Contra os convoca como Grandes Servos para proteger a humanidade de uma ameaça nascida da humanidade. Salomão confirma que o sistema usado na Guerra do Santo Graal é uma degradação do original. Ele então declara que ele é o Grand Caster e mata Andersen. Mordred detesta sua vanglória, suspeitando que ele esteja realmente em pânico porque Ritsuka já recuperou quatro de seus Grails. Salomão confessa que só chegou à Singularidade por um capricho e se prepara para sair. Ele proclama que a Caldéia não é uma ameaça para ele, a menos que destruam sete singularidades. Ele então chama os seres humanos sem valor para viver, apesar de suas inevitáveis ​​mortes e folhas. Voltando à superfície com Ritsuka e Mash, Mordred está insatisfeito, apesar de terem recuperado o Graal. Ela odeia que não pode ir com eles, mas entende que desaparecerá agora que a Singularidade se foi. Ela admite que Salomão estava certo de que os Espíritos Heroicos são inúteis, a menos que sejam convocados. Ela então diz que em todas as épocas, quem constrói é quem está à beira do futuro. Portanto, ela está confiante de que Ritsuka desfará a Incineração da Humanidade. Ela então diz a Mash que ela gosta dela, mesmo que ela não goste do Espírito Heroico fundido com ela. Ela suspeita que eles se encontrarão novamente, depois desaparece satisfeita até mesmo alguém como ela salvou Londres.
Chaldea Summer Memories ~ Calmante Praia Branca ~
Mordred e vários outros servos de Ritsuka são acidentalmente deslocados para uma ilha remota onde não conseguem entrar em contato com a Caldéia. Ela não sabe onde eles estão e lança um olhar de soslaio para Artoria Pendragon, que reconhece que não está na Grã-Bretanha. Enquanto o grupo espera que Barba Negra relate sua observação da ilha, Mordred reclama do calor, dizendo que sua armadura não é de praia. O grupo logo aprende com um Barba Negra moribundo que sua localização ainda é desconhecida, e é quase impossível sair com um navio normal. Concordando com a sugestão de Artoria de deixar a ilha para entrar em contato com a Caldéia, o grupo decide construir um navio capaz de deixar a ilha. Mordred reclama novamente de como está quente em sua armadura quando os caranguejos gigantes se aproximam da posição do grupo. Artoria a repreende por usar armaduras pesadas para intimidar o inimigo. Mordred fica irritado com o comentário de Artoria de que sua reputação como cavaleira não vai além do negativo, mesmo que ela troque de armadura adequada ao seu corpo. Depois de matar os caranguejos, as origens espirituais do grupo são alteradas por Scáthach para lhes dar roupas de banho, a fim de se adaptarem ao seu ambiente atual. Mordred se orgulha de ser mais forte que Artoria, agora ela pode balançar sua espada com mais facilidade. Ela fica chocada quando Artoria puxa uma pistola de água do nada como se não fosse nada. Com ciúmes da arma de Artoria é tão verão, ela pega Prydwen. O grupo vai reunir materiais para Scáthach construir seu navio de fuga e também construir outras instalações.
Mais tarde, o grupo discute qual deveria ser sua primeira tarefa na vida da ilha quando uma tempestade de repente se aproxima. Eles entram em uma pequena caverna avistada por Mordred para escapar da chuva, mas acabam devido a um enorme enxame de insetos. Fora da caverna, o grupo decide que precisa construir uma cabana para se abrigar. Mordred sugere que construam uma cabana de ferro para maior defesa do que a cabana de pedra que Artoria sugeriu. Ela fica brava com Artoria por fingir não ouvir sua sugestão. Se a cabine de ferro for construída, Mordred entra apenas para sair imediatamente devido ao calor excessivo. Ela não se importa se é habitável ou não, apenas se é defensável. Ela então nade depois de dizer a Ritsuka que eles estarão a salvo de qualquer ataque dentro da cabine, embora não do calor. O grupo constrói um suprimento de água para preservar a água doce que coletar.
Cansado de churrasco, o grupo decide construir uma instalação de cozinha adequada. Mordred gosta do som de comer pizza, mas reclama que é uma dor de assar. Ela então sugere que eles façam uma panela grande, dizendo que quantidade é o que é importante. Se a panela for construída, ela ficará encantada ao vê-la cheia de ensopado. Ela começa a se lembrar de algo que Artoria costumava fazer durante sua vida, mas se detém. Ela então afirma que o desempenho de um soldado é afetado pela quantidade de estômagos, para que um exército se desfaça se for deixado sem comida. Assim, ela acredita que a quantidade é o mais importante quando se trata de comida. Em seguida, o grupo decide construir uma instalação de banho. Mordred concorda com a sugestão de Anne Bonny e Mary Read de que eles construam um chuveiro. Se o chuveiro for construído, ela toma banho, apenas para imediatamente surfar novamente. Posteriormente, o grupo decide cultivar um campo vegetal para um suprimento estável de alimentos. Mordred sugere o cultivo de melancias, com as quais Scáthach e Artoria concordam. Se as melancias são escolhidas, os três fazem uma competição de divisão de melancia. Mordred falha em direcionar Scáthach na direção errada, enquanto tenta direcionar Artoria na direção certa. Ela afirma que está levando na direção errada, quando Artoria diz para ela calar a boca por distraí-la. Depois que Artoria usa Mana Burtst para dividir a melancia, Mordred fica surpreso com o quão excessivamente competitiva ela é. Ela tenta fazer a mesma coisa, mas destrói a melancia. Mais tarde, o grupo construiu um campo de grãos que pode ser usado para cozinhar ingredientes. Depois, eles constroem uma fazenda para criar gado. Se uma fazenda de gado é construída, Mordred tenta pegar a carne que Scáthach e Artoria estão preparando, apenas para ser golpeada por eles.
Alguns dias depois, Artoria, Mordred, Kiyohime e Marie Antoinette aprendem com Scáthach que suas colheitas foram destruídas por uma fera, conforme determinado pelo uso de Fintan Finegas por Fionn mac Cumhaill. Mordred pensou, no entanto, que seria apenas ela e Artoria em patrulha. Infelizmente, o grupo encontra Fionn e Diarmuid Ua Duibhne, que serviram de vigia na noite anterior, fatalmente feridos. Artoria descobre pelo Diarmuid moribundo que seu atacante era um javali quando um leitão de javali. Mesmo que Marie acredite que é inocência, o outro tenta cercá-lo e matá-lo, dadas as evidências. No entanto, ele foge ao sentir monstros que chegam. Depois de matar os monstros, Artoria ordena que os outros se separem e procurem o leitão de javali. Mordred reclama que Artoria trabalha demais com as pessoas, dizendo que não entende os sentimentos das pessoas. Ela decide voltar e alegar que não encontrou nada quando encontrou o leitão de javali nos arbustos. Ignorando as ordens de Artoria, ela abraça o leitão para sentir seu pêlo macio. Ela então deixa as nozes que conseguiu de Marie para atraí-lo, alertando-o para não voltar aos campos. Mais tarde, naquela noite, ela se reúne novamente com os outros nas lavouras agora reunidas por Santa Marta, Tamamo no Mae e Anne e Mary. O grupo encontra o leitão junto com outros dois tentando proteger as plantações quando um javali demoníaco aparece. Percebendo que é o verdadeiro culpado, o grupo luta contra o javali demoníaco. Depois de morto, Mordred suspeita que os leitões ajudaram porque Marie lhes deu comida. Ela também suspeita que o javali demoníaco os tenha impedido de comer. Marie percebe que eles também gostam dela, mas Mordred nega e diz para eles irem embora. Depois que Scáthach contrata os leitões para proteger as plantações, Artoria suspeita que eles encontrarão mais javalis demoníacos, dado o tamanho da ilha.
No dia seguinte, o grupo decide construir um caminho. Mordred sugere uma pista de minecart, dizendo que ela não é apenas convinente, mas também divertida. Mais tarde, o grupo decide construir um aqueduto para melhorar sua eficiência no armazenamento de água. Mordred sugere que eles construam um oleoduto, reclamando que as idéias dos outros não têm romance. Se o pipeline for escolhido, ela orientará Ritsuka na instalação da última peça. Em seguida, o grupo decide construir uma ponte para facilitar a viagem para Ritsuka. Mordred afirma que ela e Artoria tiveram a mesma idéia de construir uma ponte levadiça, de modo que, como contrapartida, ela sugere um teleférico. Se o teleférico for construído, ela, Martha, Anne e Mary correm com os teleféricos. se o drawbrige for construído, ela o arranha com Prydwen. Ela nega qualquer responsabilidade e também pede desculpas silenciosamente a Artoria. Mais tarde, o grupo construiu um jardim. Depois eles decidem construir um local para atividades recreativas. Depois eles decidem construir um local para atividades recreativas. Se o coliseu for construído, Mordred espera impaciente sua vez de lutar. Se o campo de atletismo é construído, ela bate uma bola contra uma parede sozinha. Artoria, com certa relutância, permite se juntar à equipe de Ritsuka, dizendo-lhe para não se segurar.
Mais tarde, Mordred vai surfar depois de fingir que não gosta de compartilhar o mesmo espaço que Artoria. Mais tarde, ela dá a Ritsuka uma prancha de madeira que ela fez, alegando que elas pareciam inveja dela. Acreditando que o surf no rio era mais adequado para iniciantes, ela os trouxe e Mash, para quem também fez uma prancha. Ela confessa que gosta de surfar, porque ir contra o fluxo das ondas combina com seu caráter traiçoeiro. Ela compara a diversão de lidar com as ondas a um cavaleiro andando a cavalo ou cortejando uma mulher, pois quanto maior o desafio, maior o valor conquistado. No entanto, o grupo percebe miasma fluindo rio abaixo, então eles vão rio acima para encontrar os javalis demoníacos responsáveis. Depois de matá-los, o grupo volta para deixar Scáthach e os outros removerem o veneno. Mordred nega que tenha gostado de Ritsuka assistindo-a surfar.
Mais tarde, o grupo decide construir uma torre com vista para a ilha. Mordred esboça rapidamente seu projeto para a torre. Se sua torre é construída, ela elogia por ter a aptidão de ser um rei e uma artista. Ela comenta que o design quebrado da torre simboliza o espírito rebelde da humanidade. Em seguida, o grupo decide expandir sua cabine; Mordred sugere construir uma fortaleza voadora. Se a fortaleza voadora for construída, ela demonstra seus sistemas de segurança, nos quais Cú Chulainn, Sasaki Kojiro e Karna são pegos. Ela então confessa que seu foco na defesa absoluta é porque ela precisa proteger Ritsuka a todo custo. Ela então sugere ir à praia quando Mash aponta que a fortaleza está quente demais para morar. Mais tarde, o grupo se prepara para construir uma estátua quando chegarem aos preparativos finais para o navio de fuga. No entanto, enquanto eles se preparam para construí-lo, um javali gigante aparece. Depois de forçar a retirada, o grupo continua construindo seu navio e estátua. Se uma estátua de Mordred é feita, ela parabeniza por completar o desenvolvimento da ilha fazendo uma estátua dela.
No dia seguinte, a construção do navio de fuga está completa quando o gigante demônio javali. O grupo então luta para proteger os leitões-javali. Porém, sua estância é tremenda, e cobra da nave que a destrua. No entanto, os leitões formam uma parede para protegê-lo quando se machucam. Depois de derrotar o javali gigante, o grupo e os homens embarcam no navio. Mordred está um pouco preocupado que demore muito tempo para que eles possam entrar em contato com a Caldéia, enquanto zarpam.
Chaldea Heat Odyssey ~ Civilização em evolução ~
Enquanto o grupo continua a navegar, Mordred é atacado por Scáthach por chamá-la de velha. Eventualmente, o grupo chega a terra para encontrar um terreno baldio desolado. Mordred diz que encontra comida depois que Artoria menciona que seus espíritos morrerão primeiro ou Ritsuka morrerá de desnutrição. O grupo então ouve um grito de socorro, e eles ficam surpresos que isso esteja vindo de um leitão de javali. Eles matam o Servo das Sombras atrás dele, que se revela um javali demoníaco disfarçado. O leitão de javali chama as deusas do grupo e pede que salvem este mundo.
O grupo é liderado pelo leitão às ruínas de uma cidade. Eles encontram o chefe de leitão de javali que os agradece por salvar seu neto depois de ouvir suas circunstâncias. Eles ficam chocados quando descobrem que os edifícios eram de uma civilização avançada construída pelos leitões de javali. Infelizmente, isso chegou ao fim com a chegada dos javalis demoníacos e dos Servos Sombrios, cinquenta anos atrás. O grupo então aprende com o chefe de uma lenda em seu clã cerca de nove deusas chamadas Nove Irmãs, que deram civilização aos leitões de javali. Dizia-se que as deusas assumiam a forma humana, então o neto do chefe assumiu que o grupo era elas. O grupo decide reconstruir a ilha em troca da ajuda do pigelt de javali. Mordred alerta os leitões que Artoria pode comê-los depois que este se perguntou se os leitões que o Tamamo deveriam comer.
Mais tarde, o grupo começa a reconstruir a civilização do leitão de javali. Mordred se junta à equipe de busca de Scáthach no litoral para a chance de surfar. Depois de destruir alguns autômatos, a equipe de busca encontra um javali gigante protegendo uma árvore. Depois de matar o javali demoníaco, o grupo chega à costa, onde encontra os restos quebrados da estátua que construiu antes. Scáthach revela que eles coincidiram navegando de volta para a mesma ilha, sem saber que 2.000 anos se passaram a um ritmo incrível. Ela ainda revela que o tempo não progride normalmente na ilha, o que significa que uma hora seria diferente lá fora. Ela continua que era uma terra relativamente pacífica onde os leitões dos javalis viveram até a Caldéia chegar. O grupo então volta para os outros e conta o que descobriram. Eles também percebem que são as deusas adoradas pelos leitões de javali. O grupo decide não deixar a ilha de navio novamente, pois Scáthach aponta outros mil anos para a ilha e os leitões de javali podem ser extintos. Eles então decidem que precisam descobrir por que o espaço-tempo da ilha está distorcido, à medida que continuam a reconstruir a ilha e fazer contato com a Caldéia. Eles também se encontram com Cú Chulainn, que recentemente voltou de ser jogado ao mar do navio do grupo. Mais tarde, eles descobrem que Beowulf está na ilha, mas como um inimigo. Mordred o chama de bandido, decepcionado por ela não estar lá para encontrá-lo.
Mais tarde, Mordred se junta a Ritsuka, Mash, Scáthach e Artoria em busca da caverna onde dorme Caster, que deu eletricidade aos leitões há 2000 anos. Perto da caverna, o grupo luta contra os javalis demoníacos que a cercam. Dentro da caverna, eles encontram ainda mais javalis demoníacos. Mordred está irritado com a boa natureza inerente de Mash, mas Artoria defende Mash. Ela é insultada quando é comparada a um coquetel barato. Enquanto Artoria e Scáthach discutem sobre o equilíbrio de ordem e caos, Mordred insiste continuamente que ela não fez nada de errado. Ela também culpa o pensamento rígido de Artoria por que Lancelot enlouqueceu. Depois de matar os javalis demoníacos que antes passavam despercebidos, ela continua a insistir que não fez nada de errado depois que Artoria e Scáthach se desculparam. No entanto, ela admite que fez tudo errado quando Ritsuka concorda que não fez nada errado e pede desculpas. Artoria ordena que ela faça 100.000 flexões como quando retornam como punição, o que aparentemente é 900.000 menos que o normal. O grupo então encontra um Servo desconhecido e luta com ele e seus robôs. Depois de derrotá-lo, ele revela ser Thomas Edison, que acabou de acordar de sono criogênico. Mordred acha que Artoria está em guarda diante de um rei rei, sem saber que ela está realmente apaixonada pelo rosto de leão de Edison. O grupo segue Edison do lado de fora quando descobre que a civilização dos leitões que ele ajudou a criar está em ruínas. Mordred está chocado com a ameaça de Edison de enviar os javalis demoníacos para a fábrica de empacotamento de carne. Ela esperava que Artoria confirmasse pessoalmente a identidade de Edison.
Mais tarde, o grupo procura a caverna dos javalis demoníacos, supondo que eles tenham o Graal. Depois de algumas brigas, eles dirigem a caverna. Eles o acham guardado pela massa de javalis demoníacos, então Mordred sugere que ela atravesse a linha de frente dos javalis para permitir que Ritsuka, Scáthach e Edidon entrem na caverna enquanto os outros lutam. Ela então intenciona o plano desencadeando seu Noble Phantasm na linha de frente dos javalis. Depois que a fonte dos infortúnios do leitão, Twrch Trwyth, é derrotada, o grupo se prepara para escapar da ilha através do dispositivo de Edison. Mordred descobre com Sasaki que ele e Karna estavam hospedados em Beowulf. O grupo então foge da ilha quando é contatado por Romani, que revela que eles só saíram por uma hora, e retornam à Caldéia.
SIN: Terra do Conhecimento Unificado
Mordred é convocado com Spartacus e Jing Ke quando outro contêiner é lançado de Xianyang. Ela concorda com Spartacus que eles precisam lutar juntos, observando como Artoria ajudou Caldéia várias vezes antes. Ela não sabe quem é Qin Shi Huang e pensa que é o menor imperador romano. O grupo então força Hinako Akuta e o príncipe de Lanling a recuar quando emergem do container. [34] Mais tarde eles matam Jotun do Cinturão Nórdico Perdido. Mordred notou que alguns fugiram, suspeitando que eles tenham um ninho em algum lugar. Ela sugere encontrá-lo e destruí-lo, uma vez que a vila é totalmente indefesa. Ela fica atrás de Nezha e Leonardo da Vinci, enquanto os outros vão encontrar o ninho de Jotun e investigar o Cinturão Perdido. Ela brinca sobre ela e Nezha encontrando e matando Hinako. Depois que os outros retornam, ela diz a Goldolf Musik para não se importar com o comportamento de Spartacus em relação aos moradores. Quando outro contêiner é lançado de Xianyang, ela o destrói com Clarent Blood Arthur. No entanto, Xiang Yu emerge de seus remanescentes e ataca o grupo. Ele sai com Langling quando o último vem buscá-lo. Mais tarde, Mordred pondera sobre sua força, notando que estava constantemente alerta para evitar lacunas em suas defesas. Ela não acredita que ele ajudaria o Qin depois de ouvir que ele se rebelou contra eles na História adequada. Da Vinci então relata que um exército está se aproximando de veículo, então o grupo vai interceptá-lo. Eles lutam contra Lanling e Xiang Yu quando Qin Liangyu e seu exército chegam, ordenando que ambos os lados se retirem. Qin Shi Duang então fala com eles através das vibrações do escudo de Mash depois de disparar um feixe magnético de foco nele. Ele concorda em entregar Tamamo Vitch se eles concordarem em deixá-lo examinar a Fronteira das Sombras, então o grupo concorda de forma relutante. Depois que ele examina a fronteira das sombras, o grupo percebe que a construção em Xianyang é sua verdadeira forma.
Mais tarde naquela noite, Mordred conversa com Spartacus depois de perceber que ele não é o seu habitual. Ela lembra que o Lostbelt é um mundo onde a guerra foi eliminada. Ela então fica confusa quando ele pergunta se eles têm o direito de estar aqui. Mais tarde, Da Vinci e Sherlock Holmes tentam convencê-la, Spartacus e Jing Ke a continuar sua trégua com Qin até que Hinako seja derrotada. Ela aceita o plano, pois era algo que costumava discutir com Agravain. Ela diz a Spartacus para suportar quando ele discorda do plano. Mais tarde, o grupo notou que Spartacus levou vários moradores para marchar em direção à capital. Mordred desaconselha o uso de um Feitiço de Comando contra ele, pois, embora o prenda, não conquistará sua obediência. Ela então pede a Ritsuka para deixá-la convencer Spartacus a parar. Ela explica que fará isso derrotando-o na submissão. Depois que Jing Ke decide se juntar, Mordred diz a Nezha para guardar a fronteira das sombras. Ela, Ritsuka, Mash e Jing Ke logo alcançam Spartacus e os moradores. Eles lutam com ele quando Nezha chega para relatar que Qin Liangyu roubou a fronteira das sombras. Sherlock deu a Nezha o Spirtiual Foundation Graph, e teve sua fuga. Qin Shi Huang ordena a Xiang Yu que mate o grupo depois de saber que eles ensinaram poesia aos aldeões, porque ele prefere que eles sejam pacificamente ignorantes. A luta de grupo contra ele quando Hinako e Lanling chegam. Os dois grupos lutam um pouco quando Qin Shi Huang repentinamente faz Hinako, Lanling e Xiang Yu recuarem. Ele lançou uma carga útil da Grande Muralha em direção à localização atual do grupo, e ela chegará em três minutos. Mordred pega Spartacus depois que o detém com um Cronista sobrecarregado. Ela fica irritada por ele chamá-la de homem, mas se recusa a bater nele em sua condição atual. Depois que ele desaparece, o Spirtual Foundation Graph reage à linha ley conectando-se ao Trono dos Heróis.
Jing Ke sugere que eles se separem nos três grupos; um para perseguir a fronteira das sombras e dois para levar os aldeões para algum lugar não observável para Qin Shi Huang. Ela designa Mordred e Nezha para escoltar os moradores, enquanto ela vai com Ritsuka e Mash para perseguir a fronteira das sombras. Depois que Mordred e Nezha terminam, eles se escondem e esperam perto de Xianyang até que todos estejam juntos antes de atacar a capital. Mordred diz que o plano está cheio de buracos, mas observa que é mais flexível por causa disso. Ela diz aos moradores que não é culpa deles que eles precisam sair, pois é assim que a guerra é para os civis. Ela concorda com o garoto, que se uniu a Spartacus, que agora experimentam a liberdade, algo que ela diz que vale a pena morrer. Mordred e Nezha então escondem os aldeões em uma caverna com provisões.
Os dois mais tarde redevos com os outros estavam indo para Xianyang, junto com Chen Gong, Red Hare e Vitch. Ela permite que Vitch ajude, pelo menos até que o último trai. Eles logo chegam à capital e matam Qin Liangyu. Enquanto viajam pela área residencial, Mordred fica preocupado com o Palácio de Epang caindo sobre eles. O grupo entra no departamento tecnológico do palácio para encontrar a fronteira das sombras lá. Eles lutam contra os soldados de Han Xin, seus comandos os fortalecendo. O capitão da guarda, Li Shuwen, chega para ajudar Han Xin. Depois de alcançar a vitória, o grupo leva a Borda das Sombras para a Árvore Fusang. Eles chegam ao tesouro quando são confrontados por Xiang Yu e Hinako, que anteriormente revelaram sua verdadeira identidade como Yu Miaoyi. A Árvore Fusang é revelada como o Mayall da Árvore da Fantasia. Depois que Xiang Yu e Yu Miaoyi são derrotados, Mordred se vangloria de como ela vai vencer as previsões de Xiang Yu toda vez. Vitch então ativa Mayall, revela que estava dentro da Árvore Fusang. Vitch então se teleporta para longe, e o Palácio de Epang cai. Qin Shi Huang aparece das ruínas agora em forma humanóide e luta contra o grupo para ver cujo mundo continuará. Depois que ele é derrotado, Mordred diz que ela ajudará idiotas como Ritsuka sempre. Qin Shi Huang confia o futuro à Caldéia, mas Xiang Yu rejeita sua decisão. Apesar de suas feridas, ele luta contra o grupo. Lamentando loucamente sua morte, Yu Miaoyi permite que Mayall a absorva. Mayall desperta completamente, e Qin Shi Huang ajuda a destruí-lo. Depois que Yu Miaoyi, Cheng Gong e Red Hare desaparecem, Mordred decide ficar com os outros até que eles deixem o Cinturão Perdido.
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2020.07.03 20:12 rVonyon spider aranha e outras coisas

Chega de briga, vamos parar de besteira e acabar com esse debate imbecil de "quem foi o melhor homem aranha em live action", pois nenhum deles foi. Não existe Homem-Aranha em Live Action. Esses filmes não são em live, não são ao vivo, são GRAVADOS. Tipo, vc realmente pensa que quando vc coloca o DVD de homem-aranha 1 o Tobey Maguire para o que tá fazendo para de novo reencenar o mesmo personagem da mesma exata forma que sempre vemos? Não, ele fez apenas uma vez, foi gravado, e o que vemos sempre é as GRAVAÇÕES. E outra, como raios ele soltaria teias do pulso ao vivo? Nunca pensou nisso né? Pois é, é hora de abrir os olhos e se questinar com as coisas que realmente importam, tipo o formato da terra. Se a terra é redonda mesmo como diz a rede globo, então como os chineses, que tão lá em baixo, não caem no espaço? Cadê a tal da gravidade que a grande mídia tanto fala? Pq os Reptilianos mataram o Jeffrey Epstein? Ele sabia demais? Pq todo mundo pergunta "cadê o queiroz" mas nunca pergunta "como tá o queiroz"? Como eu posso ajustar o relógio do windows? Sério, aqui tá estranho, eu ligo essa bosta e diz que é meia noite de 1900, e eu sou obirgado a reajustar toda hora se não o chorme não abre.
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2020.06.30 10:51 alteregoshadow Resumo do resumo preguiçoso do bug interno

A formatação vai ficar um lixo por motivos de bug No momento estou tentando bater meu recorde de 72h em jejum, enquanto aproveito mais uma ótima madrugada sozinho na cozinha escura ouvindo o tic tac do relógio de parede comprado na lojinha de 1.99 Até que me lembro de quando o meu eu do passado chorou na minha frente, e eu não consegui resistir e comecei a chorar também Ele me disse que tinha medo de sentir dor. Dei um abraço bem forte nele, falei pra ficar tranquilo. Já passamos por tanta dor juntos Já jogamos airsoft na linha de frente tomando tiro pra caralho, já caímos morro abaixo, já comemos três pizzas e tivemos um mini ataque cardíaco... Sei lá, há um tempo atrás eu prometi a ele que ninguém nunca mais iria mexer comigo de graça Eu ia deixar de ser "bom em nada", e eu ia deixar de ser só mais um saco de pancada (é sempre muito fácil transformar uma criança num saco de pancada, né?) Enfim, minha jornada continuava. O meu eu da época das sombras foi recomendado por um anônimo de fórum da ""deep web"" a fazer academia e se livrar dos vícios. Meu eu daquela época nunca fez isso, tive que fazer por ele Calma... por que estou digitando isso aqui? Eu nunca gostei desse lugar. Acho a comunidade brasileira do Reddit muito chata e fresca. Mas eu também sou chato e fresco kkkk talvez exatamente por isso esteja aqui Resolvi criar uma conta agora, entrava só como visitante de vez em nunca, até pq nunca tem nada de interessante aqui. É quase sempre os mesmos tópicos falando ou de relacionamento ou solidão Mas esse não é o primeiro tópico que faço aqui... Já fiz um falando sobre como estou fazendo minha carta de suicídio kkkkk A carta de despedida (o suicídio lá nem é explícito) é apenas um pedido da minha sombra Não quero me matar pelo menos não por enquanto Muito leviano da parte de vocês redditors ao fazerem aqueles comentários no meu post. Mas não os julgo tbm, não há muito oq esperar de uma comunidade chata e fresca kkkkkk Lembrei em 2018 quando tive um amigo virtual nos tais fóruns da ""deep web"" (* som de fantasminha genérico *), ele era bem carinhoso comigo, já me deu um jogo de presente na steam; porém certo dia eu forjei minha própria morte, e passei a ignorá-lo completamente, sinto-me um cusão por ter feito isso, pelo menos é cômico voltar de tempos em tempos naquele fórum com uma conta fake e ver que o pessoal lá realmente acha que eu morri... meio sinistro na vdd Mas ainda assim sinto que não deveria ter feito isso, fico com a consciência pesada muito facilmente, lembro-me até hoje de quando roubei uma balinha no mercadinho do seu zé da esquina, tinha uns 12 anos; ou então no primeiro ano do ensino médio quando estava zuando uma amiga que tirou nota vermelha em física, mas ela começou a chorar... ver aquilo partiu meu coração, e para minha redenção decidi que seria justo ajudá-la a recuperar a nota, afinal além de tudo eu tinha as maiores notas de física da turma. Assim que ela recuperou a nota, voltei a zuar ela kkkkk mas nunca deixou de ser minha amiga por isso; uma vez já escreveu bem grande na contracapa do meu caderno de matemática "alteregoshadow, eu te amo". Guardo esse meu caderno até hoje (tudo bem que alguns dos meus amigos resolveram encher a página de desenhos de pinto, porém a frase ainda está lá) Eu fui meio pestinha na época de escola, em especial nos últimos anos do fundamental, uma vez eu fiquei acumulando saliva na minha boca por horas e depois soltei toda a cachoeira na mesa do meu amigo que sentava atrás; ou quando eu ficava pegando um monte de barata e lagartixa morta pra colocar nos estojos das meninas Sabe, sinto falta dessa época. Nem muito pelo motivo clichê de época da escola, simplicidade e tal, mas mais pq acho que foi a época em que eu fui a melhor versão de mim Um amigo meu mora num lugar bem isolado, tipo um sítio mesmo, mata densa e tal. A gente ia lá vez ou outra pra brincar, e era bem dahora. Esperávamos chegar a noite pra fazer o clássico pique esconde na floresta escura. Eu era conhecido por ser um dos melhores, não me encontravam nunca, até pq eu não tinha medo de me deitar e rolar no mato; saía correndo engolindo teia de aranha, lesma, pisando em cobra, enfim Era conhecido também por ser muito bom nos videogames e tirar as maiores notas da sala Aquilo definitivamente era a concretização da promessa que fiz ao meu eu de um passado ainda mais distante: disse que ia estudar mais, treinar mais, ser mais sociável E tudo isso aconteceu. Fiquei mais inteligente, mais forte, mais ágil, e do aluno mais "fantasma" da escola me tornei o líder de um grupo que reunia basicamente todos os garotos da oitava série. Ninguém mexia comigo, mas também nunca fui autoritário, zuava todo mundo e era zuado de volta. Certa vez a turma se uniu contra mim e jogaram todo meu material no lixo kkkkkk ri muito no dia Mas depois disso... sei lá Passei a frequentar academia, vez ou outra estudava um pouco, mas nada na mesma intensidade ou emoção A real é que eu passei toda minha infância sozinho na vdd. Meus pais trabalhavam o dia todo e meu irmão mais velho estudava em tempo integral. Na época teve um grande surto de dengue na minha cidade, por todo lado era cartaz falando da importância de tomar cuidado, afinal, dengue MATA. Aquilo me deixava demasiadamente pensativo, como assim morte? Eu nasci pra morrer? O que vem depois? Todo dia era a mesma coisa, chegava da escolinha e passava o dia inteiro pensando em morte, isso com uns 5 anos de idade. Pouco tempo depois, a situação piorou quando começaram as histórias de fim do mundo. Lembro que até chorava de tanto pensar nisso. A primeira vez que pensei na possibilidade de suicídio tinha uns 8 anos. Também nessa época foi quando presenciei um acidente em que um caminhão passou bem por cima da cabeça de uma menininha de uns 2 anos. Aquilo me marcou muito, e quando eu cheguei em casa, esperei todo mundo dormir para ligar o computador e pesquisar "fotos de cérebro", "fotos de acidente" e etc. Acabei parando em vários blogs e fóruns de gore (que eram bem mais comuns naquela época). Ficava assustado ao ver a fragilidade humana nos acidentes e pasmo ao ver a frieza de alguns para torturar outras pessoas por motivos torpes. Ainda assim, assistir gore acabou se tornando uma prática que levo até hoje (com menos intensidade), não por ser um psicopata que gosta de ver a dor e sofrimento alheio mas pq acaba me lembrando das minhas "origens", pensar sobre a morte e etc (todo mundo já deve pelo menos ter passado por uma situação em que sabe que vai se frustrar ou enraivecer mas mesmo assim segue em frente, é mais ou menos isso). Para morrer basta estar vivo, foi nisso que me toquei na época Posteriormente, com 10 anos, foi o momento em que fiz aquela promessa para mim mesmo. Não darei muitos detalhes aqui, e oq aconteceu logo depois já contei... Mas e após tudo isso? Bem, depois que o meu "auge" se foi, eu percebi que todos esses pensamentos ruins na vdd não sumiram, apenas estavam se escondendo. Quando voltaram, foi de uma vez. E ao invés de tentar lidar com isso de uma maneira normal, eu simplesmente achei que seria uma boa ideia dividir minha mente em partes. A maioria de meus alter egos são na verdade versões de eu mesmo porém em diferentes épocas. Porém também tem a minha sombra (pra quem conhece o conceito de Sombra do Carl Jung talvez entenda melhor isso). E oq aconteceu foi que, eu acabei criando egos que brigam entre si constantemente, deixei todas as minhas características positivas a um ser superior, idealizando um eu melhor que eu, um eu que agarrou todos seus potenciais e os explorou ao máximo, uma pessoa que eu nunca conseguiria ser porém dizia ser no mundo internético afora. Estava mentindo para mim mesmo Sabe, cada um dos meus alter egos têm uma qualidade. Um é bondoso, tem o inteligente, o criativo... porém parece que o que sobrou para mim foi apenas loucura. Poxa, eu já fui cada um deles, por que não consegui pegar pelo menos uma parte boa de cada um? Parece que eu regredi. O certo não seria, ser uma pessoa melhor a cada dia? Se eu ao menos pudesse juntar a bondade, criatividade, inteligência, e etc, eu definitivamente iria orgulhar o meu eu do passado, mas ao invés disso, estou apenas enganando ele e a mim mesmo, colocando todo meu potencial num alter ego superior que me consome a cada dia É complicado, por um lado tem a promessa que fiz que me mantém vivo, querendo cumpri-lá. Mas por outro, eu vejo eu mesmo desprovido de significado, tenho uma vida boa, bons amigos, situação financeira estável, minha família não gosto tanto mas relevo, enfim, mas parece que nada me é suficiente. Sinto que a vida é só um tédio extremo mesmo, até em momentos que era pra eu me divertir estou entediado, ou então quando de fato me divirto, depois o sentimento de vazio vem ainda maior, não dá pra explicar com palavras, o que posso dizer é que sou extremamente curioso, o que me atrai ao suicídio é o fato de ser uma morte planejada, eu poderia saber quando e como morrer, preparar uma carta de despedida, fazer uma "queima de arquivo" e etc, mas por outro lado, eu ficaria extremamente agoniado em não saber qual seria a reação das pessoas diante minha decisão. É literalmente a curiosidade o que mais me mantém vivo, e por vezes, a curiosidade de saber como seria meu suicídio é a predominante E não falo de tristeza ou depressão, sei lá eu nunca fui atrás de um profissional, mas eu sinceramente não acho que tenha depressão, no máximo TDAH pois de fato sou muito hiperativo e perco o foco muitas vezes, tropeço algumas vezes e (não sei se tem muito a ver) às vezes tenho a sensacão de que estou girando ou caindo, principalmente quando eatou sentado ou deitado em um ambiente escuro, mas assim, eu acho que a vida, especialmente hoje em dia e ESPECIALMENTE para pessoas como eu, é assim mesmo. Eu não preciso estar depressivo para sentir como a vida realmente é, e sinceramente tô cada vez menos ligando pra isso. Eu aprendi desde muito cedo a lidar com silêncio, solidão e tédio(esse é o mais difícil), além do mais tenho imaginação fértil então o meu maior passatempo (entretenimento, hobby chame como quiser) é só me perder na minha mente mesmo. Poxa, tem um universo inteiro dentro de mim para ser explorado, não quero me preocupar com coisas mundanas. E pra quem me critica, dizendo que isso é fugir da realidade, pensem que TUDO (ou quase tudo) que o ser humano faz no tempo livre é exatamente para fugir da realidade. A vida real é meio chata né kkkkkk. Jogar videogame, assistir filme/série que seja, jogar rpg de mesa, ler um livro, ouvir um audiobook ou podcast ou até mesmo uma festa com bebida e música alta, tudo isso serve para as pessoas fugirem da realidade, mas diferente do que eu faço, já que eu fujo da realidade mas pelo menos não fujo de mim mesmo Eu fujia de mim mesmo no último ano do ensino médio, sabe né, aquele ano que ngm liga. Ia e voltava pra escola a pé, e sempre passava na lojinha pra comprar chocolate, me viciei naquilo. Sempre comia no caminho e colocava a embalagem na mochila. Até que resolvi contar quantas embalagens tinham e pasmém, quase 80, isso em um pouco mais de 2 meses Sempre tive um mundo onírico muito vivo, desde criança bem pequena, sinto os meus sonhos de fato, lembro quando tinha uns 6 ou 7 anos sonhei que um guerreiro samurai atravessou a longa katana no meu peito e foi uma das maiores dores que senti. Tento às vezes praticar sono induzido, dou risada dormindo, falo dormindo e por vezes até escrevo ou desenho dormindo (não sou sonâmbulo). Comecei a perceber que boa parte dos meus sonhos envolvem meus alter egos, e na maioria das vezes estão em um ambiente fantasioso (como uma mansão ou castelo mal assombrado, cemitério, labirinto e etc) e precisam trabalhar juntos para resolver os puzzles e escapar Na maioria dos sonhos eu não sou o protagonista ou sequer participo, apenas observo os meus egos, em terceira pessoa Muitas das vezes a minha sombra mata os meus egos nos finais dos sonhos É muito simbolismo envolvido, ainda estou pensando sobre isso, pode ser uma autosabotagem (suicídio) ou então algo do tipo matar o velho para manter o novo, eu não sei Se tem uma coisa na qual eu posso ser grato, é por ter tido sorte para arranjar bons amigos. Sei que muita gente (em especial desse sub) deve ter mais dificuldades com isso, eu por outro lado, apesar de nem precisar tanto pois me dou bem comigo mesmo e na maioria dos momentos até prefiro estar sozinho, tive bons amigos. Às vezes é bom ter uma boa companhia. Aquele meu grupo da oitava série que falei anteriormente, mantenho contato com quase todo mundo, ainda considero sim porém cada um seguiu seu rumo e não tem nada de errado ou anormal nisso. Acho que muita gente que sempre teve dificuldade em fazer amigos cai no erro também de romantizar demais a amizade, do tipo "seremos amigos para sempre" ou sei lá mais oq. É completamente natural que com o tempo o afastamento ocorra, não precisa se sentir mal se as conversas não fluem mais Inclusive uma vez mandei uma mensagem para um amigo não se preocupar comigo pois em no máximo 5 anos provavelmente não iríamos mais nos falar de qualquer maneira, e ele respondeu: "Como assim com certeza continuaremos a nos falar e jogar Airsoft e RPG por muito anos a vir!". Admito que quase chorei lendo isso, e me senti fraco Mas continuando, em especial na internet, existe muito isso. Às vezes vem alguém desabafando por não ter amigos, recebe várias mensagens de pessoas para conversar, porém essas mesmas pessoas depois dão o famoso "ghosting". Olha, isso é bem previsível na verdade. Apenas faça a si mesmo a seguinte pergunta: "Quantos de seus amigos virtuais seriam seus amigos se você os conhecessem no mundo real, ao invés de no mundo virtual?". É apenas um questionamento, mas acho interessante. Pois é muito fácil falar que é amigo de qualquer um na internet Inclusive, entrei num servidor público de discord, daqueles só pra conversar e tal, e pqp parece que é impossível achar um servidor de discord em que a userbase não esteja repleta de adolescentes genéricos que têm problemas de autoestima e passam o dia jogando videogame ou assistindo filme/série/anime, tinha mto pré adolescente tbm de idade entre 11 até 14 anos Não ficava muito a vontade lá, as regras tbm eram muito vagas, não podia ser ofensivo no chat mas não estava definido oq era ofensivo pra staff. Levei um aviso simplesmente pq um adm lá quis, ainda não entendi que regra quebrei, ele provavelmente só estava de mal humor mesmo sla Tinha um canal de desabafo que só podia falar "coisa séria", aí uma vez falei sobre como fico puto por comer muito chocolate e queria mesmo era encher minha perna com tiros de airsoft, aí levei outro aviso por não respeitar a seriedade do canal. Sla né, autosabotagem não é uma coisa séria pra ele? Foda, muita arbitrariedade. Não tem como arranjar um servidor público decente. Sempre tem uma userbase majoritariamente imatura, joguinhos e eventos sem graça e confusos, enfim Mas oq eu queria fazer naquele servidor, eu fiz aqui. Provavelmente não da melhor maneira, certamente não da maneira como eu imaginava, mas está feito Ficou confuso e grande pra caralho lol
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2020.06.11 23:01 alequispres Parece que os vizinhos tão dentro da minha casa.

Eu vivo na mesma casa a 20 anos. Os vizinhos do lado direito tinham filhos, mas não dá minha idade, uns 20 anos mais velhos, e eu não tinha vizinhos da esquerda. Certo dia, 5 anos atrás, o meu vizinho da frente, comprou o terreno da esquerda e mandou um filho dele morar lá com a esposa. Nas primeiras duas semanas parecia um baile funk, a polícia veio umas 3 vezes mas continuaram fazendo festa (eu moro com os meus avós, um tem 80 e a outra tem 65), depois de mais uma semana o barulho parou, e tudo voltou ao normal. Não. O vizinho construiu um galinheiro no muro pra minha casa, e eu moro na região metropolitana de são Paulo, não no interior. Os galos do vizinho não tem relógio, eles cantam as 3,4,5 da manhã. O meu quarto é o último da casa, seguido por um quintal aberto, ou seja, minha janela da direto pro galinheiro. Dentro desse galinheiro tinha também um pavão, não fazia barulho, mas eu achei um fato interessante. Depois de arranjar um galinheiro, o vizinho arranjou 3 cachorros que ele claramente não cuida, estão sempre chorando e latindo pra tudo, eu fico até com dó. Passou dois anos, eles tiveram um filho, e começaram a gritar muito com ele, muito mesmo, com uma criança. Nesse mesmo ano, um dos filhos da vizinha da direita voltou a morar com ela e trouxe os filhos dele, duas crianças, que não incomodavam, brincavam na rua, coisa normal de criança, mas no final do ano passado eles passaram por uma reforma, e construíram uma laje, e adivinha na parede e janela de quem que vai essa laje? Na minha. Enfim, hoje, a laje já está construída, e tudo o que eles falam, parece que estão na minha casa, os vizinhos dos dois lados!!!! Além disso, o vizinho da direita está sempre construindo alguma coisa e batendo na parede, a vontade que tenho e de ficará batendo com um martelo o dia inteiro de volta.
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2020.05.08 18:46 DepoisdoTiro Clarice

(As frustrações cotidianas e a censura social levam o eu lírico ao desastre. Clarice é um poema catarse)
Manhã em caos pela janela aberta,
Clarisse ainda colada à coberta
Abriu os olhos e não viu motivos
De entregar o corpo fatigado
Ao purgatório onde arruinam os vivos

Até o relógio tinha se atrasado
A luz chegara ao quarto, ele calado
Lançou contra a parede o desgraçado

Retorce os cabelos em um amarro
Um cigarro, um café, Mais um cigarro
Melhor se nem tivesse acordado
Quem dera tudo logo terminado
Quisera se alegrar com algo lembrado,
Quimera se sonhasse como antes
O hoje já começa amargurado
Pensar no amanhã é angustiante
Rasgou o calendário pendurado.

Sentada sob a água no banheiro
O choro disfarçado de chuveiro
Procura desviar a consciência,
Não ousa olhar o corpo em decadência

Desenha uma nova aparência
Disfarca a olheira mal dormida
Engole a libido reprimida que não conhece cama há mais de um ano…
Escolhe um vestido italiano
Contrai com a cinta as curvas em excesso.
Recorda um comentario indigesto.

Seu desjejum esta a seu dispor:
São dois moderadores de apetite
Mais dois moderadores de humor

Pisando duro chega até a garagem
De fora é perfeita, sem defeitos
De dentro tudo a ânsia já devora.
Que resta a Cinderella pos moderna?
Pegar a rodovia e ir embora

A fada não mandou a carruagem
A chave nao engata, imprestável
A engrenagem ronca e não acorda
O carro é mais um traste irresponsável
Sai, bate a porta e joga a chave fora
Retorna à casa, refaz seu roteiro
Decerto era tudo um pesadelo
Recebe um bom dia do porteiro
Que dia? Era quase uma da tarde!

Perdeu a consciência esse idiota
Mais um dos que enlouquecem sem alarde

E antes que a maldiga aos vizinhos,
Moeu o funcionário em pedacinhos

Melhor não ser mais nada, a ser infame
Sua própria existência era um vexame
Contrariava até seu próprio nome
Que Clara? Que iluminada? Luz aonde?
São cacos obsoletos, inadequados
O relógio, a folhinha, o porteiro, a chave, o carro
e agora também ela
Na impossibilidade de um conserto
Tascou-se pelo vidro da janela.
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2020.04.22 04:32 ihattori nerd zé droguinha fodase k k k

OBS: fiz esse texto com o objetivo de recapitular esses últimos meses conturbados na qual minha vida mudou completamente e acabou ficando um texto gigante, então não espero que alguém leia (até eu to com preguiça de ler isso).

Desde os meus 12 anos fui um clássico adolescente fracassado. Ficava praticamente o dia inteiro no computador e só saia para comer ou fazer algo que era obrigado, na escola só falava com uns três amigos mesmo que tenha ficado na mesma turma desde o primeiro ano do fundamental e no Whatsapp não falava com praticamente ninguém. Porém antes eu não era assim, dava pra se dizer que eu era uma pessoa até que normal, mesmo que desde pequeno não tinha muitas habilidades sociais e sempre fui introvertido. Até que conversava com algumas pessoas na escola, saia para dar rolê pelo bairro, praticava esportes e essas coisas. Tudo começou a mudar quando meu tio morreu e isso desestabilizou toda a minha família, comecei a sofrer bullying na escola e coincidentemente conheci a pornografia.
Então minha rotina se tornou acordar praticamente na hora do almoço, ir para a escola esperando a hora de voltar para casa e quando chegava em casa ficava no computador jogando algo, vendo vídeos fúteis no youtube ou consumindo pornografia, que acabou se tornando um vício diário. Depois eu ia dormir umas duas horas da manhã e este ciclo se repetia sempre, raramente mudava. Isso foi até meus 15 anos, quando entrei pro ensino médio e comecei a estudar de manhã, então eu pelo menos acordava cedo e não ia dormir extremamente tarde. Porém os vícios somente mudaram de hora, pois eu chegava do colégio e ficava praticamente o resto do dia inteiro no computador. Na nova turma demorei praticamente dois meses para começar a socializar de fato, eu só ficava calado no meu mundinho esperando a hora de voltar para casa.
Minha relação com as mulheres também não era muito boa, eu tinha fucking 15 anos e ainda não tinha nem beijado. Não foi por falta de oportunidades, pois minha aparência até que é boa e eu não era um beta completo que não consegue nem falar com mulheres. Tinha perdido todas as oportunidades quando criança e quanto mais o tempo passava menos elas surgiam, até que chegou a um ponto que elas nem apareciam mais e eu tava tão imerso na minha zona de conforto que nem tinha vontade de criar as oportunidades e ir atrás de mulheres. Acho que não dava nem pra se dizer que eu era um beta, creio que cheguei abaixo desse nível pois eu nem chegava a tentar.
Até que aconteceu algo que mudou tudo. Uma colega minha tinha criado um grupo de umas pessoas que sentavam próximas na sala de aula e como eu falava um pouco com ela me colocou também. Nesse grupo ela também tinha colocado uma guria que tinha me chamado a atenção desde o inicio das aulas, pois ela tinha tanto uma aparência quanto um estilo diferenciados e ao mesmo minimalista, nada muito vulgar. Por esse grupo a galera falava mais sobre algumas coisas da aula mesmo, pois a maioria ainda tava se conhecendo. Eu até que interagia um pouco nesse grupo, pois tinha percebido que não interagia com praticamente ninguém da turma em mais ou menos 2 meses de aula. Até que um dia por causa de um trabalho que uma professora tinha dado entramos no assunto de pirâmide e eu sempre me interessei por tal assunto, e é aí que tudo começa.
A conversa foi rolando e chegou uma hora que só ficou eu e aquela moça que eu tinha me interessado conversando. E, namoral, fazia tempo que eu não tinha uma conversa tão boa, fluía muito bem tanto que começou no assunto de pirâmides e quando vê estávamos falando sobre brócolis (???). Mas o que chamou minha atenção foi que ela tinha umas ideias meio diferentes, curtia falar sobre coisas alternativas (tanto que a conversa começou com pirâmides e ETs) e isso também chamou a atenção dela, pois ela mesmo disse que se interessava muito sobre essas coisas e que nunca tinha ninguém para falar sobre. (exemplos de "coisas alternativas": ETs, filosofia, sociedades secretas, teorias, leis universais, espiritualidade, arte, geometria sagrada, etc.)
As ideias fechavam tão bem que em praticamente dois dias eu já tava apaixonado (modo beta ativado KKKK). Antes disso eu achava que já tinha me apaixonado, mas nenhum sentimento que eu já tinha tido por alguém chegava perto daquilo. Com isso, comecei a refletir sobre a minha vida e cada vez mais eu me ligava que eu era um lixo, não merecia ela e nem conseguiria a conquistar. Então comecei a usar a motivação que a paixão me proporcionava para meu auto-desenvolver.
Aí comecei a pesquisar no youtube diversos canais sobre desenvolvimento pessoal e ficava grande parte do tempo vendo eles, comecei a praticar no-fap (mesmo sem saber o que era, fui descobrir depois de começar a praticar) logo depois comecei a ler livros, me exercitar, cheguei até a tomar banho gelado e ficava muito menos tempo no computador. Também via muitas coisas sobre conquista e sedução, porque eu não tinha muita experiência com mulheres e queria usar de todas as ferramentas para conseguir ficar com ela.
Até ai tudo bem, estava me sentindo vivo depois de tanto tempo vivendo com um sentimento de vazio, estava com motivação para melhor como pessoa, tinha encontrado alguém que se interessava pelas mesmas coisas que eu, etc. Maas tudo têm dois polos e isso não é diferente. Como conversava com ela praticamente todo dia, acabei me viciando nela e isso virou meio que uma droga, pois quando eu tava falando com ela ficava num estado eufórico e estava extremamente motivado, porém quando via que ela demorava pra responder ficava num estado muito depressivo. Ela também diariamente ficava em call com um colega nosso (pior que ele era um zé droguinha k k) e isso me deixava muito fudido emocionalmente.
Com o tempo começamos a nos falar menos (normal, pois conversávamos todo dia) e descobri que ela gostava de um outro mlk de outra turma (zé droguinha repetente também KKK) e mesmo sabendo que ela já gostava dele antes de me conhecer isso me deixou mais mal ainda. Mesmo com tudo isso, continuava com essas variações de humor quando falava com ela e quando não falava, porém de um modo mais extremo, muitas vezes até pensando em suicídio. E era justamente isso que me impedia de criar intimidade com ela, era por isso que ela preferia os "zé droguinhas". Eles não estavam ligando pra ela, e para mim ela era única, eu sabia que não iria achar outra moça como ela tão facilmente. Isso me impedia de ser natural e de não tratar ela como a última pessoa do mundo, mesmo que eu tentasse isso é sútil e faz toda a diferença.
O tempo foi passando e eu estava perdido, sem saber o que fazer. Cheio de informação e sem saber como aplicar, e ai entra outro erro meu. Fiquei vendo diversos vídeos sobre conquista chegou um ponto que não sabia o que por na prática, se me declarava pra ela ou deixava rolar, se dava atenção para ela ou vivia minha vida normalmente pra mostrar para ela que ela não era prioridade arriscando perder contato com ela, etc. E eu acabei ficando nessa inércia, continuava falando direto com ela mas não conseguia evoluir na relação, pois sempre que tentava algo como iniciar um flerte ela meio que se esquivava. Assim foi até que um dia descobri que ela não estava mais apaixonada, e achei muito estranho pois nem sabia que ela estava. Fiquei feliz pois melhor para mim, porém o cenário mudou completamente quando descobri que na verdade ela estava apaixonada por mim.
Isso me deixou pior do que eu já tava, pois eu fiquei me sentindo um lixo por ter perdido a oportunidade. Tipo, não importava o que eu fizesse tinha grandes chances de dar certo porque ela tava fucking apaixonada por mim, porém eu não fiz simplesmente nada. Isso explica também o motivo dela se esquivar quando eu tentava algo, porém avaliei a situação e era muito óbvio o interesse dela em mim, só que eu estava com tanto medo de agir que ignorava os sinais. Mas mesmo assim em todo esse tempo nunca paramos de nos falar, somente tinha algumas pausas temporárias e agora tinha percebido que ela estava diferente, parecia não ligar tanto pra mim.
Não bastasse isso, nesse mesmo período descobri que iria me mudar no fim do ano. Isso conseguiu me deixar pior ainda, mas ao mesmo tempo feliz pois seria para Florianópolis. Aos poucos fui perdendo o sentimento por ela e consequente a motivação para manter meus hábitos. Voltei a ficar mais tempo no computador, a consumir pornografia (bem menos que antes), no fim o único hábito que consegui manter foi o da leitura. Pior que nesse tempo eu estava estudando a obra de Nietzsche e acabei me tornando niilista, nenhuma crença fazia sentido para mim, nem a vida. Para completar, estava tendo muitos atritos com minha família.
Então formou um combo: eu tinha perdido a oportunidade de ficar com ela, descobri que iria me mudar e perder o contato com todos meus poucos amigos e que iria possivelmente nunca mais ver ela, não via sentido na vida (mesmo com bastante conhecimento sobre religião, espiritualidade, etc.), e ainda estava com problemas em casa. Pelo menos como eu já tinha conseguido melhorar no quesito social por causa desse tempo em que busquei me aprimorar, pelo menos na escola eu ficava até que bem e socializava com geral.
Como eu sabia que iria me mudar, resolvi meter o fodase. Passei a não ligar pra opinião dos outros, falava com bastante gente e não estava me importando muito com desenvolvimento pessoal. Até que um dia eu estava chegando em casa e meu vizinho que era meu melhor amigo de infância me chamou pra casa dele. A gente não se fala muito pois eu tinha virado mais "nerd" e ele tinha se tornado mais "zé droguinha", mas nos dávamos bem até. Cheguei lá e tava ele e mais dois amigos, logo ele me ofereceu uma garrafa de Coca-Cola com um líquido estranho dentro e disse pra eu beber. Logo me liguei no que poderia ser, e como não estava lingando bebi tudo e ai eles me disseram que era MDMA dissolvido e que em alguns minutos o efeito iria começar. O máximo que eu já havia usado foi maconha em bong, mas isso era outro nível. Foi a melhor sensação que eu havia sentido na minha vida. Fritamos muito, os amigos dele que já eram meus conhecidos gostaram de mim e assim eu voltei a falar com esse meu amigo.
No outro dia fui pra escola sentindo um forte vazio existencial que é normal sentir depois de usar uma droga como essa, porém isso não era problema pois as 8 horas em que o efeito da droga geralmente dura valem a pena. Então, como voltei a falar com esse meu amigo conheci outros amigos dele e sem querer querendo eu estava me tornando um "zé droguinha". Não um zé droguinha no estilo favelado brasileiro, mas num estilo mais Lil Peep (que é um artista que eu ouvia pra krl na época e ainda escuto um pouco). Começou com eu indo na praça e fumando maconha e com o tempo foi piorando..
Antes disso tudo eu havia entrado numa "escola de autoconhecimento" na qual eu continuava indo mesmo depois de tudo isso ter acontecido eu ainda tinha um pouco de motivação para me auto-desenvolver. Então chegou a um ponto em que uma hora eu estava fumando em um bong e logo depois lendo um livro sobre desenvolvimento pessoal, uma hora eu estava meditando nesse curso de autoconhecimento e no outro dia estava bebendo e jogando sinuca em um bar. Eu estava completamente dividido.
Até que teve uma vez em que meu vizinho estava fazendo uma social com uns amigos e eu decidi ir ali, isso já era mais ou menos meia noite. Logo que cheguei já vi uma movimentação estranha e chegou um cara que eu não conhecia lá e tirou um pino de cocaína do bolso e foi fazendo as linhas. Todos começaram a cheirar e chegou na minha vez. Fiquei muito na dúvida, mas sempre que ficava na dúvida entre fazer algo ou não me lembrava dos anos em que perdi na frente de um computador e ia lá e inconsequentemente fazia (isso só não funcionava com a moça que eu estava apaixonado k k). Depois decidimos ir na praça e no caminho o meu amigo foi me falando da situação, disse que era a movimentação tava meio agitada pois era a terceira vez que tinha ido pegar pó e estavam sem dinheiro e o traficante disse pros caras que tinha ido pegar deixarem o relógio e o moletom com ele de garantia e que se eles não pagassem ele no outro dia ele iria matar eles. Nisso eles já estavam com uma dívida de uns 100 reais e todos estavam sem dinheiro, então decidi ajudar com os 20 reais que eu tinha sobrando e alguns deles iriam vender fones de ouvidos e carregador na estação de trem para conseguir juntar uma grana e pagar o plug.
Se você se pergunta o que os usuários ficam fazendo de madrugada drogados, é decepcionante. Ficavam falando sobre futebol, fazendo batalhas de rimas, falando sobre mina e essas coisas. Depois nós fomos dar uma volta pelo bairro, fumamos maconha e voltamos para casa e isso já era umas cinco horas da manhã. Cheguei, fui dormir e acordei as 06:30 para ir para o colégio, possivelmente ainda no efeito da maconha. As pessoas do colégio já tinham notado que eu estava diferente e algumas suspeitavam que eu estava usando drogas (de fato, eu estava), porém eu nunca tinha chegado a comprar droga, sempre usava se estava com alguém que tinha e não tinha criado nenhuma dependência. Algo que ajudou a acharem isso foi eu ter mandado uns áudios bêbado para aquele grupo em que conheci aquela moça e uma guria mandou no grupo da turma alguns desses áudios no grupo da turma (nunca mandem áudio bêbados, sério).
As pessoas da minha turma diziam me achar estranho pois no início do ano acreditavam que eu era um nerd que não falava com ninguém e agora eu conversava com todo mundo e que era um possível zé droga. E foi realmente isso que aconteceu, eu tinha parado de desperdiçar minha vida na frente de um computador e passei a desperdiçar queimando meu neurônios. Minha mãe sempre foi protetora e com razão suspeitava de mim, porém não achava que iria me envolver com essas coisas pois sempre fui tranquilo quanto a isso e também por que isso não é muito coisa de alguém que fica a maior parte do tempo no computador.
Um dia uns me chamaram para ir na praça e depois no bar jogar sinuca. Cheguei lá e eles estavam com um pino de pó, e como eu não tinha sentido bem os efeitos na primeira vez não liguei e usei de novo. Logo depois fomos para o bar e como eu estava com dinheiro decidimos comprar uma garrafa de vinho e jogar sinuca. Tomei dois copos e meio e lá estava eu, o nerd beta gamer cheirado e bêbado de vinho num bar kk. Foi uma sensação ainda melhor do que no MDMA, eu estava me sentindo um semideus, não ligava pra nada e falava coisas sem sentido. Porém, eu tinha que ir pra casa cedo e eu estava tão alterado que nem medo de chegar em casa naquele estado eu conseguia sentir, mas sabia que tinha que evitar ao máximo o contato (algo que eu já estava acostumado). Cheguei lá e vi que minha mãe já estava meio desconfiada então tentei evitar o contato mais ainda, depois fui pro computador e fiquei ouvindo música, as músicas pareciam 300% melhores enquanto eu estava naquele estado.
Fiquei um tempinho sem usar nada além de maconha as vezes e um dia fui na casa do meu amigo e notei que eles não estavam usando nada, mas tinha uma lata com um furo e já me liguei no que era, o famoso lança de baixo custo, vulgo loló/sucesso. Eu não tinha muito conhecimento sobre essa droga, só sabia que o efeito durava pouco e forte. Por isso, imaginei que fosse relativamente leve comparado a outras que já tinha experimentado. Experimentei e logo senti o famoso "tuin", meus pés e mãos começaram a formigar, meu batimento cardíaco aumentou e fiquei extremamente eufórico. Porém, depois de uns minutos o efeito passou e fiquei com uma certa dor no peito.
Vi que essa droga era muito mais forte do que eu pensava e decidi ir pesquisar sobre os efeitos colaterais dela e descobri que na verdade o que eu usei foi spray anti-respingo de solda, considerado um "crack dos inalantes" e que eu poderia até ter morrido se tivesse inalado mais. Então depois disso decidi não usar mais drogas (demorei kk), até por que eu iria me mudar em mais ou menos um mês.
E assim foi, com o tempo fui melhorando meu emocional e aprendendo a conviver com meus arrependimentos. Já faz uns 3 meses que estou morando em floripa e uns 7 em que me apaixonei por aquela moça, é bizarro pensar que tudo que aconteceu depois disso enquanto eu ainda morava no RS aconteceu em mais ou menos 4 meses. Estou tentando repor os hábitos e por alguns outros na minha rotina para meu desenvolvimento pessoal e pôr em prática o que aprendi depois de tantos livros lidos e tantos vídeos de auto-desenvolvimento assistidos. Por mais que tenha sido um período bem difícil, foi o período na qual mais aprendi e agora consigo equilibrar meu lado "nerd" e meu lado "zé droguinha", chegando a um equilíbrio. (OBS: perdi o bvl e a virgindade, finalmente).
Escrevi isso só para organizar toda essa série de acontecimento na minha cabeça, pois até hoje eu nem tinha entendido direito o que aconteceu, as coisas ficam muito vagas somente no plano mental. Se tu leu esse texto mau escrito até aqui tu é um guerreiro, pois nem eu to com vontade de ler tudo isso.
Algumas dicas que vou usar para mim mesmo, baseado no que extrai desse período da minha vida:
-Se quiser conquistar alguém, seja você mesmo e não torne a outra pessoa o centro da tua vida.
-A mentalidade de pensar "eu vou morrer mesmo" pra alguma decisão é boa, se usada conscientemente. Memento mori, carpe diem.
-Quanto maior o extremo de algo pior seus efeitos colaterais, e isso é uma lei. As drogas demonstram isso bem, pois quanto melhor o efeito e maior a acessibilidade da droga pior são seus efeitos colaterais. Ser um "nerd" é ruim mas tem seu lado bom, com ser "zé droguinha" não é diferente. A chave é o equilíbrio.
-São nas piores situações que mais evoluímos.
-Mais vale um livro compreendido e praticado do que 30 simplesmente lidos.
-Cuidado com as influência que recebe. Certamente se eu não ouvisse Lil Peep e não andasse com quem estava andando não teria sequer tocado numa droga KKK.
-Uma conversa aleatória com uma pessoa desconhecida pode mudar toda tua vida.
-Hábitos bons vão te ajudar muito, mas não vão fazer nada por ti.
-Não espere pelo momento perfeito para agir.
-Não fique devendo pro traficante
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2020.04.21 10:58 amornostemposdequa Sync

A praia estava deserta. E eu aproveitei que o guarda municipal que fazia a ronda daquele trecho da areia tinha ido tomar um café na padaria, para dar um mergulho naquela água tão azul e limpa, refletindo a luz do sol nos meus olhos.
O mar nunca esteve tão limpo e calmo. Eu nunca tinha estado tão limpo e calmo como fiquei depois que saí daquela imensidão salgada. Odoiye mãe d’água e o guarda já vinha vindo em minha direção enquanto eu pegava meu celular e a máscara da areia que não coloquei novamente no rosto.
Depois do esporro do guarda veio o silencio da cidade sem carros na minha mente. Eu ia em direção ao mercado comprar pão e tudo parecia tão igualmente diferente como se eu estivesse passando por ali pela primeira vez. Na verdade, era a primeira vez mesmo que eu via a avenida vazia naquela hora do dia, naquele dia da semana que eu nem sabia mais qual era.
Andei bobo como sempre. O corpo cheio de sal e o azul celeste do mar fixara em minha retina como o pôr do sol da Lygia Fagundes Telles. Distraído senti uma mãozinha tocar-me o ombro. Quando virei, olhei automaticamente para seus pés que usava um tênis de caminhar. Suas pernas nuas usavam um short jeans para se refrescar do calor daquele verão. A blusinha amarela de alça era da cor de sua aura tão intensa e inesquecível.
Ela usava uma máscara que cobria metade de seu rosto mas meu coração descobriu quem era pelo sorriso de seus olhos. Seus olhos tinham o mesmo brilho intenso e juvenil de quando nos conhecemos. Era um olhar vivo como o oceano que vem e vai molhando meus pés. Ao contrário dos meu, agora sempre opaco e cheio de olheiras
Instintivamente nos abraçamos e por um segundo esquecemos do perigo que paira o ar desses tempos estranhos. Nos soltamos quando percebemos a gafe. Ah foda-se.. vou te abraçar porque sim, ela disse isso e voltou a me apertar como se eu fosse o primeiro ser humano que ela tinha visto há anos. Ela, eu não sei mas eu há muito que não abraçava ninguém nem via alguém sem ser pelos filtros das fotos. Percebi que o mundo fica muito mais bonito quando se olha tudo com o filtro da saudade.
Conversamos sobre o passado remoto. Tudo mudou tão rápido. Alguns meses em casa e parece que se passou anos. O tempo meio que se desfragmentou dentro dos nossos quartos. O relógio que eu comprei acabou a bateria e o relojoeiro nunca mais abriu para conserta-lo. Estou cansado do horário da internet. Às vezes eu não me atualizo de propósito só para me perder no tempo. Igual agora, em que eu olhava dentro daqueles olhos de Hope Sandoval e me encontrava perdido dentro deles.
Engraçado eu nunca ter percebido antes isso. Quanto mais eu mergulhava no mundo dos meus amores mas eu me conhecia. Mas eu entendia o porquê de estarmos compartilhando o mesmo ar mesmo perigando se contaminar com a ameaça invisível. Tenho que dizer, a distância física é algo que eu nunca vou superar. Esse é meu jeito de amar.
No despedimos e ela novamente não se segurou e me deu um abraço. Típico dela ignorar todo o perigo do mundo para sentir o presente momento. Tão intensa e única. Que energia era aquela. Será que estava solteira? Porque perdi contato com ela? Ah sim, algoritmos.
Entrei no mercado e passei álcool em gel na mão antes de pegar um carrinho. Comprei o que tinha de comprar e na saída passei álcool em gel novamente na mão. Enquanto esfregava a pele já ressecada, na minha cabeça um pequeno filme neurótico percorria todo o trajeto que eu fizera com as mãos tentando lembrar se eu não tinha coçado os olhos.
A tensão aumenta cada dia mais e as sincronicidades me fazem temer o fim. Na verdade, meu único medo é não ter vivido o suficiente. Não ter gozado mais dentro. Não ter fumado mais. Cheirado mais. Chorado mais. Brigado menos. Abraçado mais. Louvado mais a Vênus. Ter explodido de amor com a potencia de uma bomba de chocolate.

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2020.03.31 21:27 zephrot Uma conversa de bar

O bar estava quase vazio nesse dia, quase que só se ouvia o barulho vindo do fluxo espaço-tempo.
Como de costume o velho Geist se encontrava ao fundo dando berros aleatórios sobre cogumelos voadores, guerra estava caído no banheiro de tanto beber. O relógio travou às 3:33 da manhã, e nesse mesmo instante a porta se abre.
- Finalmente a folga - disse o primeiro homem.
- Não comemore tão cedo If - Disse o segundo homem.
- Mal chegamos e já está ranzinza Zeit? - disse o homem chamado If, afinal essa conversa era entre o atual ZeitGeist e seu provável sucessor.
- Não vale a pena se acostumar com algo que acabará em instantes.
- Você alguma vez para para viver do seu jeito? - a primeira rodada de bebidas foi servida.
- Eles lá embaixo à vivem por mim, escolhem o que eu sinto e o que eu faço, sou apenas o reflexo de várias consequências.
- Consequências? Tá se referindo novamente ao Guerra e a Paz?
- Em grande parte sim, eles funcionam como pais, a atual paz chamada atômica funciona como mãe, e o guerra que esta imutável como sempre funciona como pai, e eu sou o filho, o filho que sofre por todas as brigas dos pais, eu sou o reflexo, a representação da consequência , por isso If, é mais complicado eu ter liberdade de escolha, eu vivo da forma que foi escolhida para mim.
- Oh, foi mal cara, acho que tem muito mais peso nesse seu peito etéreo do que eu imaginava, vamos, eu pago a segunda rodada e você conta sua história, ainda será 3:33 por um tempo - a segunda rodada foi servida.
- A partir de onde quer que eu comece?
- Desde sua ascensão, falam que todos antes de você ganharam o posto somente após o anterior morrer, mas seu caso foi diferente.
- Ah, teve uma razão para comigo ter sido diferente, era o ano de 1945 lá embaixo, o caos estava solto, não muito diferente de hoje em dia, a única diferença é que naquela época o caos era externo representado por sociedades em guerra, enquanto hoje em dia ele é interno sendo representado por sociedades cheias de depressão e ansiedade, chegam ao ponto de tirarem suas vidas com um tal de suicídio, bem comum lá embaixo. Enfim, nesse ano de 1945, o velho Geist estava fazendo o possível com a pouca liberdade que tinha, mas então vieram os dois cogumelos de fumaça, tão altos que tocavam o céu, eles chegaram tão repentinamente que o velhote não soube reagir, e até agora ele ainda está enlouquecido com os efeitos dos cogumelos, logo o conselho percebeu que um novo Zeitgeist era necessário, e então eu assumi, desde o período da transição do multipolar para o bipolar, vi o muro se erguer e também o vi cair, toda uma cortina pesada como ferro tombando por todo um continente, deixando até hoje seus danos, nisso o mundo se acalmou, havia uma nova paz e seu nome era Atômica, cada nação com a sua e nenhum quis arriscar compará-las.
- Hum.... Então o peso de tudo diminuiu certo?
- Que piada, a única coisa que mudou foi a forma de expressão, lembra o que falei? O caos ainda existe, mas agora ele age quieto, internamente, fica na cabeça de cada um, toma forma de depressão e assim quebra sociedades de dentro para fora, uma maneira muito mais eficiente diga-se de passagem, mas ainda há um tipo de caos externo, o caos que surge na mente de uma pessoa dando a ela liberdade para ser ou pensar diferente mas ao mesmo tempo também é o mesmo caos que está na mente do outro fazendo com que ele agrida ou segregue aquele que se identifica como diferente, aliás pode me chamar de falsa liberdade.
- Qual o sentido disso? Todo esse caos em forma de discriminação?
- Não faz sentido, nada faz sentido e tudo é permitido, eu fico assim como eles, depressivo.
- porque até você fica assim?
- por que, não importa quem seja, aquele que discrimina é tão triste e vazio quanto o discriminado, porque é no momento da ação, o momento em que os olhos se encontram que acontece a pior parte, os olhos de um dizem “ eu só quero ser aceito “ enquanto os do outro dizem “ eu preciso fazer isso para continuar sendo aceito “ no fim, ambos querem a mesma coisa e nesse olhar, bem no fundo de suas almas, eles se reconhecem, eles se aceitam nem que seja por um breve mas singular momento, e isso me deixa triste, me tira a vontade e me deixa tão insano quanto os cogumelos deixaram o velho, porque é somente por um mínimo momento que há aceitação.
- As crianças se salvam pelo menos?
- Crianças... Termo estranho.
- porque estranho?
- Porque “crianças” estão cada vez mais adultas em uma sociedade cada vez menos humana, e a cada dia que passa dou mais razão ao Peter Pan por nunca querer crescer.
Houve um silêncio no bar, até que a quarta rodada fosse servida, nesse momento o Guerra apareceu do banheiro com a camisa vomitada, andou até a bancada, sentou e desmaiou em cima da travessa de amendoins.
- Como esse cara causou tanto estrago?
- Ele é um bêbado If, são os que mais causam, já viu o que ele fez com a paz?
- A paz? Para mim ela está firme e forte.
- Coitado, a Paz está viciada em tarja preta dizendo que é só assim que ela consegue aguentar o dia a dia, e logo mais, meu caro, ela não vai aguentar nem com isso.
- O que acontece se ela morrer? - estavam pagando a conta.
- Se ela morrer o Guerra ataca, mas não se preocupe If.
- E porque não me preocupar? Eu não vou te suceder?
- Você vai, mas se o Guerra atacar no meu turno a única maneira dele atacar no seu seria entre paus e pedras.
- O que isso significa?
- Torço para não descobrir
A porta se fechou, o relógio bateu 3:34, o tempo voltou
Fim

(Obrigado por ter lido até o fim, demorei mas enfim tomei coragem para postar pelo menos um dos meus contos)
Nathan Vendramini, Zephrot
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2019.07.22 11:06 jwachowski abelhas no jardim

Certa manhã acordei de sonhos intranquilos. Eu estava sozinho na cama de casal como sempre. Minha companheira foi trabalhar cedo e só voltaria na hora do almoço. Acordei todo encolhido no formato de um bolo de fubá. Meu nariz estava no rabo. Isso mesmo, no rabo. Eu tinha me transformado num cachorro.
De primeira vista não estranhei meus olhos vendo o ambiente todo em preto e branco pois há muito tempo as coisas já tinham perdido o brilho para mim. Apenas me dei conta que virei um quadrúpede quando fui descer da cama e senti minhas quatro patas tocando o chão gelado.
Tentei gritar ao ver a visão das minhas unhas pretas mas apenas saiu uns latidos estranhos iguais aos cachorros tomando banho nos vídeos da internet. Meu deus! O que eu faria agora? Minha mulher não podia me ver daquele jeito. Se eu pelo menos tivesse me transformado em um cachorro de raça. Sei lá, um labrador, um husky siberiano ou um pastor alemão mas não. Me transformei num vira lata daqueles cor de caramelo com olhar de pedinte que fica assistindo frango rodando na máquina.
Olhei o relógio da parede, eram quase uma da tarde e minha mulher iria chegar a qualquer momento. A ansiedade me deu uma coceira incrível atrás da orelha. Cocei, cocei e cocei com força e depois sem saber porque lambi minha pata. Nessa coça coça infernal ouvi de longe o portão abrir. Comecei a rodar em volta do meu próprio rabo sem saber o que fazer. Quando ouvi os passos da minha mulher pela cozinha acabei me enfiando embaixo da cama. Ela entrou no quarto e sentou na cama. Senti o colchão descer sobre minha cabeça. Ela tirou os tênis e colocou na sapateira junto com os outros calçados.
Meu nariz agora ultrassensível sentia o cheiro do meu próprio perfume. Ah, como eu odiava que ela usasse meus perfumes e desodorantes. No tempo das vacas gordas pra mim, eu vivia comprando perfumes para ela. Nessa época eu até usava um sabonete diferente do dela para manter a individualidade e manter a chama do relacionamento acessa. Eu nunca soube se ela se esqueceu ou nunca soube que abelhas não polinizam um jardim seco. Meus olhos cor de mel estavam absortos nas rachaduras do calcanhar dela quando ouvi novamente o portão abrir. Agora já habituado ao meu faro aguçado senti o cheiro da colônia que a mãe dela usava.
— Filhaaa! Filha! — Chamou a mãe anunciando sua entrada.
— Tô aqui no quarto mãe. Acabei de chegar.
— Eu trouxe um negocinho aqui pra você almoçar.
— Huuumm… o que é?
— Churrasco que teve ontem na casa do seu irmão. Ele perguntou porque o barão não foi junto com você.
— Ouh mãe, não chama ele de barão. — Barão era o gato obeso da minha sogra que pegou leptospirose quando foi mordido por um rato.
— Já tá na hora dele arrumar um bico qualquer filha. Sei lá, vai vender picolé na rua qualquer coisa. Não vê o filho da vizinha que esforçado que o moço é.
— Eu sei mãe mas a senhora sabe que não é assim.
— Que não é o que. Vai pra mais de quatro anos nessa vida minha filha. Você tem que arrumar um homi que te sustente e não você sustentar homi. Quem tem filho barbado e gato. — OUH VELHA DESGRAÇADA! Eu pensei mas da minha boca apenas saiu um rosnado.
— Você ouviu isso? — Disse a mãe levantando da cama onde estava sentada.
— Ouviu o que mãe?
— Parecia um rosnado.
— Não ouvi nada mãe.
— Devo tá ficando louca. — Disse minha sogra sentando novamente na cama — E para de roer essa unha, menina! Olha esses dedos ta na hora de ir na manicure já.
— Pra que pintar a unha se depois vai sair o esmalte mesmo.
— Tem que se cuidar minha filha. Vai que você arruma um bonitão cheio da grana por aí e larga desse fardo.
— Que arrumar outro o que mãe.
— E cadê o homi?
— Não sei, deve ter ido comprar cigarro.
— E nem arrumou a cama o folgado. — Disse minha sogra enquanto eu via seus pés indo em direção ao meu notebook que fez o barulho para colocar a senha. — Ele só fica aí a noite inteira com a cara enfiada nesse computador. Já pensou que ele pode tá te traindo. Passou outro dia na tv que os homens só veem pornografia na internet. — Ah! Essa velha acabando comigo, filha da puta!
— Ele tá escrevendo um livro, mãe.
— Que escrever livro o que filha. Escrever não dá dinheiro. Cadê? Chamei ele pra carpir o quintal lá em casa, falei que ia até pagar e até hoje tá lá o mato.
— Ah mãe… eu estou cansada também mas fazer o que?
— Humpf… escrever… coisa de vagabundo isso sim é o que ele é.
— Mãe, para! — Eu não consegui mais segurar meu ódio por aquela velha linguaruda e dei um mordidão naquele calcanhar enrugado.
— AAAAHHH!! — A velha deu um pulo e gritou com o susto! — Meu deus do céu! Dá onde saiu esse bicho??
— Sei lá! Ele deve ter deixado a porta aberta quando saiu. — Eu entrei debaixo da cama novamente enquanto minha mulher foi correndo até a cozinha e pegar a vassoura pra me espantar.
— Sai daí cachorro! Sai! — Ela dizia enquanto dava vassouradas às cegas por baixo da cama! — Eu saí correndo pela cozinha e depois atravessei o portão aberto.
— É um inútil mesmo esse teu marido hein! Nem pra fechar a porta quando sai. Já pensou fosse um ladrão?
— O bicho já foi mãe. E eu vou almoçar agora, tô com fome.
Na rua eu não sabia para onde ir ou o que fazer. Andei como um barco embriagado ao mar desviando dos carros que buzinavam pra lá e pra cá.
Por mim passou uma matilha de cachorros atrás de uma cadela. Ela parou logo em mim me cheirando enquanto os outros cães todos vinham com seus dentes de fora para me atacar. Corri como louco daquele bando e fui parar na linha do trem.
Acho que agora eu sabia para onde ir. Era o fim pra mim. Querem saber? Vou ficar deitadinho aqui e esperar o próximo trem me levar para o céu dos cachorros. Deitei na linha e fechei meus olhos tristes quando ouvi o barulho do trem vindo. Se aproximando cada vez mais. O som cada vez mais alto e perto, perto, perto…
Senti apenas o vento passando ao meu lado durante alguns segundos eternos. Quando abri os olhos percebi que estava bem na área onde o trem troca de rota. Olhei para o céu azul. No mato ao lado da linha algumas flores balançavam ao vento. Uma abelha levava e trazia pólen de uma flor à outra, ziguezagueando livremente pelo ar. Senti o vento no meu focinho e pela primeira vez em muito tempo eu vi alguma cor.
Meu coraçãozinho de cão batia freneticamente e na minha frente duas linhas férreas apontavam cada uma para um horizonte. Agora sem nada a perder nem a ganhar me senti vivo como jamais me senti um dia. Sai correndo livre entre as duas linhas sem escolher caminho algum para só deus sabe onde.
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2019.07.22 11:04 jwachowski abelhas no jardim

Certa manhã acordei de sonhos intranquilos. Eu estava sozinho na cama de casal como sempre. Minha companheira foi trabalhar cedo e só voltaria na hora do almoço. Acordei todo encolhido no formato de um bolo de fubá. Meu nariz estava no rabo. Isso mesmo, no rabo. Eu tinha me transformado num cachorro.
De primeira vista não estranhei meus olhos vendo o ambiente todo em preto e branco pois há muito tempo as coisas já tinham perdido o brilho para mim. Apenas me dei conta que virei um quadrúpede quando fui descer da cama e senti minhas quatro patas tocando o chão gelado.
Tentei gritar ao ver a visão das minhas unhas pretas mas apenas saiu uns latidos estranhos iguais aos cachorros tomando banho nos vídeos da internet. Meu deus! O que eu faria agora? Minha mulher não podia me ver daquele jeito. Se eu pelo menos tivesse me transformado em um cachorro de raça. Sei lá, um labrador, um husky siberiano ou um pastor alemão mas não. Me transformei num vira lata daqueles cor de caramelo com olhar de pedinte que fica assistindo frango rodando na máquina.
Olhei o relógio da parede, eram quase uma da tarde e minha mulher iria chegar a qualquer momento. A ansiedade me deu uma coceira incrível atrás da orelha. Cocei, cocei e cocei com força e depois sem saber porque lambi minha pata. Nessa coça coça infernal ouvi de longe o portão abrir. Comecei a rodar em volta do meu próprio rabo sem saber o que fazer. Quando ouvi os passos da minha mulher pela cozinha acabei me enfiando embaixo da cama. Ela entrou no quarto e sentou na cama. Senti o colchão descer sobre minha cabeça. Ela tirou os tênis e colocou na sapateira junto com os outros calçados.
Meu nariz agora ultrassensível sentia o cheiro do meu próprio perfume. Ah, como eu odiava que ela usasse meus perfumes e desodorantes. No tempo das vacas gordas pra mim, eu vivia comprando perfumes para ela. Nessa época eu até usava um sabonete diferente do dela para manter a individualidade e manter a chama do relacionamento acessa. Eu nunca soube se ela se esqueceu ou nunca soube que abelhas não polinizam um jardim seco. Meus olhos cor de mel estavam absortos nas rachaduras do calcanhar dela quando ouvi novamente o portão abrir. Agora já habituado ao meu faro aguçado senti o cheiro da colônia que a mãe dela usava.
— Filhaaa! Filha! — Chamou a mãe anunciando sua entrada.
— Tô aqui no quarto mãe. Acabei de chegar.
— Eu trouxe um negocinho aqui pra você almoçar.
— Huuumm… o que é?
— Churrasco que teve ontem na casa do seu irmão. Ele perguntou porque o barão não foi junto com você.
— Ouh mãe, não chama ele de barão. — Barão era o gato obeso da minha sogra que pegou leptospirose quando foi mordido por um rato.
— Já tá na hora dele arrumar um bico qualquer filha. Sei lá, vai vender picolé na rua qualquer coisa. Não vê o filho da vizinha que esforçado que o moço é.
— Eu sei mãe mas a senhora sabe que não é assim.
— Que não é o que. Vai pra mais de quatro anos nessa vida minha filha. Você tem que arrumar um homi que te sustente e não você sustentar homi. Quem tem filho barbado e gato. — OUH VELHA DESGRAÇADA! Eu pensei mas da minha boca apenas saiu um rosnado.
— Você ouviu isso? — Disse a mãe levantando da cama onde estava sentada.
— Ouviu o que mãe?
— Parecia um rosnado.
— Não ouvi nada mãe.
— Devo tá ficando louca. — Disse minha sogra sentando novamente na cama — E para de roer essa unha, menina! Olha esses dedos ta na hora de ir na manicure já.
— Pra que pintar a unha se depois vai sair o esmalte mesmo.
— Tem que se cuidar minha filha. Vai que você arruma um bonitão cheio da grana por aí e larga desse fardo.
— Que arrumar outro o que mãe.
— E cadê o homi?
— Não sei, deve ter ido comprar cigarro.
— E nem arrumou a cama o folgado. — Disse minha sogra enquanto eu via seus pés indo em direção ao meu notebook que fez o barulho para colocar a senha. — Ele só fica aí a noite inteira com a cara enfiada nesse computador. Já pensou que ele pode tá te traindo. Passou outro dia na tv que os homens só veem pornografia na internet. — Ah! Essa velha acabando comigo, filha da puta!
— Ele tá escrevendo um livro, mãe.
— Que escrever livro o que filha. Escrever não dá dinheiro. Cadê? Chamei ele pra carpir o quintal lá em casa, falei que ia até pagar e até hoje tá lá o mato.
— Ah mãe… eu estou cansada também mas fazer o que?
— Humpf… escrever… coisa de vagabundo isso sim é o que ele é.
— Mãe, para! — Eu não consegui mais segurar meu ódio por aquela velha linguaruda e dei um mordidão naquele calcanhar enrugado.
— AAAAHHH!! — A velha deu um pulo e gritou com o susto! — Meu deus do céu! Dá onde saiu esse bicho??
— Sei lá! Ele deve ter deixado a porta aberta quando saiu. — Eu entrei debaixo da cama novamente enquanto minha mulher foi correndo até a cozinha e pegar a vassoura pra me espantar.
— Sai daí cachorro! Sai! — Ela dizia enquanto dava vassouradas às cegas por baixo da cama! — Eu saí correndo pela cozinha e depois atravessei o portão aberto.
— É um inútil mesmo esse teu marido hein! Nem pra fechar a porta quando sai. Já pensou fosse um ladrão?
— O bicho já foi mãe. E eu vou almoçar agora, tô com fome.
Na rua eu não sabia para onde ir ou o que fazer. Andei como um barco embriagado ao mar desviando dos carros que buzinavam pra lá e pra cá.
Por mim passou uma matilha de cachorros atrás de uma cadela. Ela parou logo em mim me cheirando enquanto os outros cães todos vinham com seus dentes de fora para me atacar. Corri como louco daquele bando e fui parar na linha do trem.
Acho que agora eu sabia para onde ir. Era o fim pra mim. Querem saber? Vou ficar deitadinho aqui e esperar o próximo trem me levar para o céu dos cachorros. Deitei na linha e fechei meus olhos tristes quando ouvi o barulho do trem vindo. Se aproximando cada vez mais. O som cada vez mais alto e perto, perto, perto…
Senti apenas o vento passando ao meu lado durante alguns segundos eternos. Quando abri os olhos percebi que estava bem na área onde o trem troca de rota. Olhei para o céu azul. No mato ao lado da linha algumas flores balançavam ao vento. Uma abelha levava e trazia pólen de uma flor à outra, ziguezagueando livremente pelo ar. Senti o vento no meu focinho e pela primeira vez em muito tempo eu vi alguma cor.
Meu coraçãozinho de cão batia freneticamente e na minha frente duas linhas férreas apontavam cada uma para um horizonte. Agora sem nada a perder nem a ganhar me senti vivo como jamais me senti um dia. Sai correndo livre entre as duas linhas sem escolher caminho algum para só deus sabe onde.
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2019.03.11 23:34 lizziehope Quarto secreto.

Quando trago, arrasto a ansiedade, engraçado. Fumaça na cidade inteira. Onde está a paz? Olho para o céu cinza, ou azul e frio. Tem um pouco de sol, ou uma assemelhança com a esperança de que o sol possa raiar um dia. Esperança de que a arte seja bem vinda no mundo novo. Um mundo cercado por grades de números, números que compram a alma. Talvez tenhamos achado o relógio, estou contando meus milhões. Como vagalumes, porém sou pequena, um pequeno número em negativo no centro de uma corrida de grandes números. Aglomerados de fãs e almas soltas. Talvez zumbis, mas ainda preciso de outras sombras para poder dormir. Não entendo a gritaria quando chamo o diabo, se quando chamo Deus não há resposta. A resposta se encontra em silêncio, mas no silêncio gritam meus pecados por mim. O confessionário nem ao menos deveria existir, se ninguém pode vender o perdão. Talvez vendam perdões falsos, ou então apertos de mãos. Acho que achei a vitória, um símbolo de paz, ou um soco no ar. Perdi. A vitória ainda pode ser minha. Como se eu conseguisse nadar, mesmo cega. Não me surpreenderia em ver no meu futuro l sucesso, mas não surpreendo de ver o fracasso em meu presente. Estaria jogando tudo fora? Ou não consigo seguir em frente? Estaria realmente o prendendo? Ou ele segue meus passos a procura do silencio? Não existe o silêncio. Eu também acredito que talvez um dia eu possa encontrar o meu. Infelizmente, não suporto o silêncio, ele invade minha alma com solidão. Mas a solidão é necessária, ela destrói minha alma e a minha alma cai como lágrimas em palavras talvez inversas a minha intenção, mas mesmo assim, traduzem o que de fato quero apagar, ou transmitir, como uma reverência, para poder descansar em paz. Tudo bem, não reviverei os mortos, nem convido-os para danças secretas. Meu coração quebrado, sente saudades da vida, minha alma vagueia entre os mortos e entre os vivos onlines, entre vidas e passados. Pecados todos pagos, ou apagados na memória? Todos salvarão o que eu tenho a dizer, porque o que tenho a dizer, talvez seja um pouco menos intenso do que o que o silêncio quer transmitir.
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2019.02.15 11:37 sillypotato0985 Conta de luz de mais de 1000 taokeis?????????

Me ajuda brasil Acabei de receber minha conta de luz da minha kitnet, onde de eletrônicos tenho: geladeira, micro-ondas, chuveiro e máquina de lavar. Além de carregar notebook e celular.
Tá, eu vivo só micro-ondas e a geladeira é velha. Máquina de lavar uma vez por semana e chuveiro todo dia, obv. Mas dá pra ter dado tudo isso????? Veio 1437kwh de consumo, 1019 reais pra pagar. O que eu faço?
PS. Moro em SP capital PS.2 essa é a primeira conta que recebi morando aqui (tô desde dezembro, proprietário pagou a de dezembro, transferi o nome em janeiro e só veio essa até agora, registrando o consumo de 15 de Jan até 14 de fev)
*edit não to conseguindo colocar a flair
Edit 2:
GENTE DESCULPA. Cheguei em casa, fui ver o relógio e tá 24005, ou seja, consumi 102kwh. Eu tô tão fodida financeiramente que ver essa conta hj de manhã já deu um susto. Mas obrigada pq vcs me deixaram tranquila ao longo do dia <3
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2018.11.04 14:24 Kiloku O horário de verão começou. Alguns celulares talvez não tenham atualizado a hora automaticamente

Eu tive esse problema. A configuração de "Fuso Horário Automático" está ativa no meu celular, o que significa que a informação de qual fuso estou é enviada pela operadora (Vivo). O problema é que a Vivo ainda está enviando "Horário Regular de Brasília" (GMT -03), ao invés de "Horário de Verão de Brasília" (GMT -02).
Então tive que desativar essa função e escolher na mão o fuso horário.
Caso estejam na dúvida se o seu acertou, o site do observatório nacional tem a seção "acerte seu relógio" que mostra a hora certa em todos os fusos do país.
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2018.10.26 17:50 Br2the416 Meu cunhado PM rico e o assassinato do meu tio.

Olá galera do /Brasil, já que parece mesmo que vamos entregar o país nas mãos dos militares na próxima eleição, eu gostaria de deixar aqui um relato sem compromisso sobre uma histórinha mal contada da minha família que talvez sirva como alerta de como as coisas realmente funcionam no Brasil real, no Brasil da PM. Infelizmente o post ficou bem mais longo do que eu gostaria mas compartilho mesmo assim esperando que cada um de vocês tirem suas próprias conclusões. (mudei alguns detalhes pequenos para tentar garantir o anonimato)
Eu sou natural de SP capital mas toda a família da minha mãe e do meu pai são do interiorzão do Estado. Muitos deles assim como meu pai e minha mãe se mudaram quando mais jovens porém alguns ficaram no interior. A região é uma conhecidíssima rota de tráfico de drogas e armas que chegam da Bolívia e do MS em direçao à capital/Santos/RJ.
Da parte do meu pai, os que ficaram são evangélicos daqueles bem carola e meu tio e seus filhos homens são todos pastores. Não vou entrar no mérito da religião mas posso dizer que é uma dinastia de pastores interioranos que não enriqueceram mas se sustentam há décadas através do dízimo pago pelos fiéis. Meu tio, como o chefe dessa dinastia, se tornou um pastor bastante conhecido e querido na região que conta basicamente com um punhado de cidadezinhas bem minúsculas. Ele já devia ter algo em torno de 70 anos quando foi brutalmente executado na beira de uma estrada vicinal com 3 tiros.
É aí que entra meu cunhado PM.
Minha prima (filha do tio pastor) nunca estudou muito, fez colégio público de interior que no caso até que era bom, depois fez uma faculdade qualquer de pedagogia na região mesmo mas nunca chegou a trabalhar. Ela virou dona de casa ao se casar há mais ou menos 12 anos atrás com um cara simples que tinha tentado sem sucesso a carreira de pastor evangélico com meu tio e na época tinha acabado de passar no concurso da PM.
Pois bem, nesses últimos 12 anos de casada com esse PM, a vida da minha prima dona de casa tinha mudado completamente. Eles rapidamente se mudaram para um dos condomínios fechados mais "chiques" da região, compraram vários carros enormes (alguns importados), piscina de borda infinita, viagens para o exterior várias vezes ao ano, compraram salas de escritório na capital, enfim.... Ficaram visivelmente ricos em menos de 10 anos do meu cunhado ter entrado na PM. A justificativa dada para a família e os curiosos da região sobre o enriquecimento era a seguinte: Como a região conta com muitas granjas de galinha para produção de ovos, o tal cunhado PM começou a coletar bosta de galinha dessas granjas e vender para indústrias de região que fabricam adubo. Essa história obviamente sempre foi motivo de risadas e chacotas intermináveis dos outros parentes tanto do lado do meu pai quanto da minha mãe já que todos eles nasceram e cresceram na região, alguns já tinham até trabalhado nas tais granjas, mas nunca ninguém tinha ouvido falar de alguém que tivesse enriquecido vendendo bosta de galinha para adubo. E claro, se esse fosse o caso, os próprios donos das granjas venderiam a bosta e enriqueceriam a si mesmos ao invés de contratar os serviços do PM. Para a galera de fora era muito óbvio que o cunhado PM estava envolvido com algo ilegal que propiciou esse enriquecimento rápido. Mas para os fiéis da região e a família do meu tio o PM era um santo salvador que veio do céu para ajudar a família.
Um belo dia num passado recente, um cara qualquer saiu de um dos muitos presídios de região após ter cumprido pena e se mudou justamente para a rua do meu tio pastor, há apenas alguns quarteirões de distância. Assim que se mudou, esse ex-presidiário grudou no meu tio pastor e virou uma daquelas "histórias de sucesso" de um ex-presidiário que vira santo evangélico do dia para a noite. Ajudava na igreja e virou uma sombra do meu tio ajudando em tudo possível na igreja logo de imediato ao sair da prisão. Meu tio até foi avisado por conhecidos para tomar cuidado e se afastar, mas meu tio como bom pastor evangélico insistiu na amizade e na salvação daquela alma.
Foi quando numa noite de semana, em torno de meia-noite, esse ex-presidiário que virou santo evangélico bateu na porta do meu tio pastor e pediu a ajuda dele para levar uma mulher grávida até a cidade vizinha pq ela estava passando mal e na cidadezinha deles não tinha um pronto socorro adequado. Meu tio sem pestanejar, pegou a carteira, entrou no carro com esse cara e mais duas pessoas e nunca mais foi visto vivo. Em torno das 4 da manha da mesma noite, a minha tia mulher do pastor estranhou a demora do marido e acionou o genro PM. O genro PM foi tomado por um pânico imediato e engatilhou uma busca gigantesca pelo tio pastor que envolveu vários policiais, bombeiros e até voluntários na região. Tudo muito rápido, tudo muito eficiente com a liderança do cunhado PM. Pois bem, em torno de 6 da manhã acharam o carro do meu tio cravado de balas, capotado numa estrada vicinal. Não muito longe, estava o corpo do meu tio pastor com 3 tiros na cara - tinha sido executado de joelhos. O carro tinha ficado ali próximo. A carteira estava dentro do carro com dinheiro, cartões e tudo mais, o relógio estava no pulso, o celular no bolso e a igreja não havia sido roubada.
A versão da polícia (do cunhado PM rico) foi a seguinte: "Os bandidos pegaram o meu tio pq queriam roubar a igreja. No caminho da igreja perceberam a merda que estavam fazendo, entraram em pânico e decidiram primeiro matar o meu tio para depois roubar a igreja. Foram lá na estrada, mataram meu tio, tentaram fugir com o carro mas no caminho se depararam com uma gangue rival, trocaram tiros, capotaram o carro e deixaram ali mesmo com carteira documento e tudo mais. A polícia foi imediatamente na casa do ex-presidiário que estava em casa esperando para se entregar. Se entregou e confirmou piamente a versão da própria polícia. Os outros dois elementos não foram encontrados."
Ou seja: uma história sem pé nem cabeça que para os fiéis da região fez todo sentido. Antes mesmo do enterro o inquérito já estava encerrado e os os fiéis da região disseram que foi isso mesmo que aconteceu e que foi o Satanás em pessoa que enviou o ex-presidiário para se aproximar do meu tio e executá-lo de joelhos na beira da estrada sem levar nada. Nenhuma explicação para as balas no carro do meu tio. Ninguém no velório/enterro estava mais abalado e aos prantos do que o tal do cunhado PM rico. Ele estava completamente destruído, devastado, em choque e cercado por amigos policiais que não deixavam ele se comunicar sozinho com ninguém no velório. Nem a esposa ou os filhos do meu tio demonstraram tamanho abalo com a morte.
Claro que para todos os parentes da capital que não moravam ali o óbvio era outra versão dessa história: O cunhado PM rico está envolvido em algo ilegal e alguém de dentro da cadeia mandou esse cara justamente para matar o meu tio e dar um aviso para esse cunhado PM rico ou acertar as contas com ele.
Depois de 10 meses do assassinato, a minha prima dona de casa se divorciou do marido PM rico, ficou com mais da metade de todos os bens que ele tinha adquirido sem problemas e se mudou com os filhos para a capital. Ninguém toca mais no assunto do PM rico e nem do tio pastor assassinado.
O que vocês acham? Não é uma das histórias mais mal contadas que você já ouviu da polícia?
Eu não tenho como provar a minha versão da história - acredita quem quiser, chama de fanfic quem quiser. Mas tá aí o relato e a dúvida se é assim que as PMs do Brasil vão endireitar o país à partir da carta branca que vão receber com a eleição de Jair Bolsonaro.

PS: Não moro mais no estado de S. Paulo. Se morasse não escreveria esse relato pq tenho medo do cunhado e não confio na polícia.


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2018.08.22 13:47 TheBrB11 Guia de introdução de COMO jogar CS:GO.

Introdução
Seja bem-vindo ao cursinho básico de CS:GO que eu peguei de um guia na steam e adaptei para vocês (link no final do texto).
Esse guia é destinado pra pra você que está iniciando no modo Competitivo (5x5 players), mas lembrando que o CS proporciona vários e vários estilos mapas, modos de jogo, enfim...
1) Armas
Temos uma variedade de armas no CS:GO (poucas, em comparação à outros jogos), e é bom usá-las em certas situações e da forma correta.
• Use SMGs para fazer dinheiro em rounds econômicos. Pode atirar andando, pulando. Procure encurtar distância • Use shotguns em situações e locais adequados (fechados, por exemplo, queda da cobblestone, tapete B da mirage, sapão da overpassa, escurto da Dust II, etc). • Com os rifles de assalto, mire, pare a atire. Não adianta atirar correndo, porque a precisão fica praticamente nula. Mire na cabeça a vá descendo o recoil. 
2) Pistolas
• USP-S / P2000 - Maior precisão, por isso tente manter a distância e atirar de forma controlada. Não ache que você está com uma metralhadora. Tente mirar e clicar ao invés de soltar o dedo no mouse com essas duas armas (pouca bala no pente). • Glock-18 - Melhor à curtas distâncias. Pule, corra, encurte a distância para atirar (20 balas no pente, se movimente e mire na cabeça do seu oponente. Eu recomendo o modo burst SOMENTE se você souber usar. Não é ruim, mas para um novato, é péssimo). • P250 - Melhor custo benefício. $300 e pode matar com 1 tiro, ou tirar MUITO dano, dependendo da distância. 
Custo: $300, Recompensa: $300
• Tec-9 - Já foi MUITO boa, hoje é nerfada (o primeiro tiro do pente é sempre preciso, o resto, é foda acertar o cara). Era perfeita para aquele rush forçado. Alto firerate e poder de penetração. Hoje, recomendo usar a CZ75-Auto. Disponível somente para TR. • Five Seven - Parecida com a Tec-9 mas com pente e firerate menores. Ideal para curtas distâncias. Ou você escolhe ela ou a CZ75-Auto e vai depender muito da forma como você joga, do seu estilo de jogo e etc. As duas são muito boas, mas preferências é preferência. Disponível somente para CT. • CZ75-Auto - Se souber controlar o recoil, vai servir muito bem. 12/12 balas, use-as com sabedoria. Não tente dar pré-fire na smoke com ela, não fique puxando ela toda hora, pois ela demora a estar "pronta" para atirar. Comprei, crave a mira num lugar fechado, e leve o seu oponente. • Deagle - Difícil de domar, mas muito poderosa. Se acertar a cabeça, independente da distância e capacete, você mata. QuéOTA? 
3) Pesadas
• XM1014 - Ideal para segurar bombs fechados e alta recompensa por kills (Eu gosto muito dela, mas ela é a shotgun mais cara do game). Preço: $2000, Recompensa: $900 • MAG-7 - Pule e atire. 
4) SMGs
• UMP-45 - Igual a Tec-9, já foi muito boa, mas hoje em dia tá nerfada. Ainda é boa, mas o seu pente de 25 balas te limita a certas condições de jogo. Há quem goste, e quem sabe jogar, acaba com certos rounds. Custo: $1200, Recompensa: $600 • P90 - A rainha dos noobs :P. Com 50 balas no pente, é ideal contra rushs e para rushs. Eu particularmente prefiro outras SMGs por conta do preço da P90, mas se você goste, vá enfrente. E se você está "acabando com o jogo" com essa arma e o time inimigo está reclamando, mande para eles "cry is free" :P. • MAC-10 e MP9: Na minha opinião, as melhores SMGs para rounds anti-ecos, para farmar dinheiro e qualquer outra situação. Elas são extremamente fáceis de jogar, possuem 30 balas no pente e foram feitas para atirar andando. Corra e atire, não torne-se um alvo fácil para seu inimigo quando estiver com qualquer SUB. PS: o tempo de reoload dessas armas é particularmente rápido também. 
5) Rifles
• AK-47 - 1 bala na cabeça, 1 kill. É o melhor rifle do jogo, e o mais difícil de jogar também. Spray particularmente difícil e você precisa PARAR e ATIRAR. Novamente: mire, pare a atire. Não adianta atirar correndo, porque a precisão fica praticamente nula (e isso se aplica tanto à AK-47 quanto à coult). Mire na cabeça a vá descendo o recoil. Domine seu spray e GG. • M4A1-S/M4A4 - É o melhor rifle de assalto para Contra-terroristas. Eles têm a opção de escolher entre a M4A1-S (com silenciador, 20 balas no pente e 40 balas reservas) ou o M4A4 (sem silenciador, 30 balas no pente e 60 balas reservas). Aqui, novamente, entra o fator gosto. Embora quase todos os pro-playeyers usem a M4A4, há quem goste da M4A1, e isso é pessoal e varia com o estilo de jogo de cada um. Há quem diga que a M4A1 seja mais precisa e melhor para maiores distâncias, e, por outro lado, a M4A4 seja melhor para médias e curtas distâncias. Jogue com as duas, veja qual melhor satisfaz suas necessidades. • AUG / SG 553 - São rifles com miras de curta distâncias. Embora sejam boas, o recoil delas é extremamente difícil, então cuidado e boa sorte ao jogar com essas armas. São boas, e têm muito pro-player treinando com elas, mas o "padrão" do CS:GO é: AK e Coult (M4). • AWP/Scout - Se você curte jogar com essas armas, treine. Treine flick-shots, no scops, treine. É, pra mim, uma arma que salva rounds, mas entrega-os também. Jogue recuado, e mesmo que crie confiança durante o jogo, não vá querer entregar essa arma para o time inimigo. 
Economia
Economia no CS é uma coisa muito importante.
Aprendendo a controlar bem a economia sua e de seu time, tenha certeza que seu jogo irá melhorar. Sendo assim, vamos ao básico do básico.
1) Todo round ganho por matar o time inimigo ou pelo relógio (CT), todos do time ganham $3250.
2) Todo round ganho por C4, sendo explodido (TR) ou defusado (CT), todos do time ganham $3500.
3) E se o C4 for plantado mas defusado, o time TR ganha um bônus de $800.
Quando o time perde um round pela 1ª vez, ganha $1400. Na 2ª vez, $1900. Na 3ª vez, $2400. Na 4ª vez, $2900. Do 5º round em diante, $3400.
Por isso é bom ficar ligado no placar da partida.
Se seu time ganhar 4-5 rounds seguidos, perder o próximo e logo em seguida ganhar, vocês resetaram a economia do inimigo.
Então, se prepare para um rush, um forçado bem sem vergonha, porque invariavelmente eles NÃO vão ter muito dinheiro. Compre pelo menos uma granada incendiária/molotov e HE para travar e punir o rush deles e verifique cada canto em que avançar.
O que fazer no 1º round (pistol)
CT • Compre colete, ou outra pistola e granadas ou até mesmo defuse, isso vai depender do seu estilo de jogo e da forma como você gosta de jogar.
 • Tente atirar na cabeça, e mantenha a distância (a vantagem é sempre do CT, por que essas tanto a USP quanto à P2000 têm maior vantagem na distância). 
TR
• Compre colete ou uma pistola e granada(s) • Se você nunca consegue matar alguém no pistol, dê preferência para comprar granadas. Smoke e duas flashs ou molotov e smoke. As flashs e smoke irão ajudar na entrada do bomb e o molotov vai ser útil para atrasar o retake dos CTs ou até mesmo evitar que o C4 seja defusado. 
O que fazer no 2º round (anti-eco)
CT
Ganhou?
• Dê preferência para SMGs (ou até mesmo shotguns, dependendo de onde você estiver marcando). Agora é hora de fazer dinheiro, e você vai ganhar $600 por cada kill de SMG e $900 de shotgun • Não recomendo comprar P90. Além de ser mais caro que um Rifle, você vai ganhar $300 por kill, e não $600 como na outras SMGs. • Se possível, faça colete2. O inimigo estará com armas "fracas" e o capacete pode te salvar. 
Perdeu?
• Compre colete1 e uma pistola melhor (P250, Five Seven/CZ ou Deagle). Se sobrar dinheiro, uma granada. • Se você for awper e não quiser gastar toda sua grana, pode comprar somente uma P250. É o melhor custo benefício e não vai atrapalhar tanto sua economia. Mas evite fazer eco seco. 
TR
Ganhou?
• Mesma coisa dos CTs: preferência para SMGs para criar uma boa economia e, se possível, colete2 
Perdeu mas plantou?
• Eco seco. Você vai deixar de comprar agora para poder comprar no 3º round • No máximo, uma P250, caso você tenha matado alguém no round anterior. Mas lembre-se que você vai precisar matar 2 CTs para conseguir lucrar. Se matar 1, não mudou sua economia mas tirou arma do CT. Se não matar ninguém, pode te faltar uma granada no próximo round 
Perdeu e não plantou?
• Mesma coisa dos CTs: colete1 e uma pistola melhor. Se sobrar, alguma granada • Também, se for awper, uma P250 ou a mesma coisa de cima 
Posso comprar uma M4/AK depois de ganhar o pistol?
Pode, mas além de gastar muito com a arma e ganhar pouco por kill ($300), você se arrisca a entregar uma arma importante logo de cara para o time inimigo. Perder o segundo round após ganhar o pistol é muito mais comum do que se imagina.
E por que tem TR que planta, perde e mesmo assim comprar tudo no 2º round?
São situações muito específicas. Ou esse time foi espancado no 1º half e não tem como fazer mais round eco, ou plantaram o C4 e só sobrou um CT pra defusar. Neste 2º caso, 4 CTs vão precisar refazer colete e irão comprar armas mais baratas. Sendo assim, o TR (com a grana extra do plant) pode fazer colete e SMG/Rifle. Não é aconselhado, mas vai na hora o que o time decidir.
Por que não fazer 2 rounds eco depois de perder o pistol?
Se você só comprou o colete, vai sobrar $150. Somando $1400 pelo 1º round perdido, você vai ter $1550. Somando $1900 pelo o 2º round perdido em sequência, você vai ter $3550. Somando $2400 pelo 3º round perdido em sequência, você vai ter $5850 para usar no 4º round (1º armado).
Se você gastar tudo no 2º round e ainda perder, vai ganhar os $1900 por perder, vai fazer o eco seco no 3º, ganhar $2400 e, na pior das hipóteses (se não matar ninguém), começar o 4º round com $4300. É uma diferença boa? Sim, mas é muito melhor arriscar a vitória do 2º round e quebrar a economia do outro time do que entregar 2 rounds de graça.
Dicas úteis e inúteis
Periféricos
• Invista em periféricos de qualidade (mouse, monitor e headset, de preferência). Não é o mais caro que vai te fazer jogar melhor, lembre-se. Pesquise, porque têm muita coisa superestimada no mercado. • Qual dpi e sensibilidade usar? Isso é pessoal. Mas não aconselho mais de 800dpi. 
Já a sensibilidade, ache um meio-termo entre sua movimentação e spray. Uma sensibilidade muito alta pode te ajudar a mirar e movimentar melhor, mas cagar todo seu spray. Também, uma sensibilidade muito baixa pode deixar seu spray mais fácil, mas te fazer "remar" muito e se enrolar todo na movimentação
• Microfone. Se você não tem um microfone, não jogue competitivo. Deixar de passar informações úteis para seus companheiros vai estragar o seu e o jogo dos outros • Qual resolução devo usar? Isso também é pessoal. Dê preferência para a performance, alto FPS. Se seu PC é limitado, use uma resolução mais baixa • Normal, black bars ou stretched? 
Também é pessoal. Na resolução normal (16:10 ou 16:9) você tem um maior campo de visão. Com black bars (4:3) você perde esse maior campo de visão, mas se concentra mais na tela, por ser menor
Situações de jogo
• De CT, definam a posição de cada um. Se ver que mesmo assim um retardad0 está indo marcar junto onde já está "cheio", mude você de posição. No próximo round, avise e troque (caso você queira aprovetar o respaw para pescar algum lugar, por exemplo). MAS todavia, lembre-se de AVISAR, PEDIR para o seu companheiro. CS:GO é comunicação. • De TR, combinem uma estratégia no começo ou trabalhem e decidam durante o round. • Sempre avise onde está indo. Seja de CT ou TR. • Morreu? Passe informação daquilo que você viu. Onde aconteceu, localização, quantidade de inimigos, arma(s)... • Já passou as informações necessárias aos companheiros? Agora cala a boca. É a vez dele de jogar. Ficar falando, mesmo que seja sobre a situação, vai atrapalhar mais do que ajudar. Não fique narrando a performance do seu companheiro. • Embora eu ache que esse conselho seja muito subjetivo, eu aconselharia não começar o round jogando todas as suas granadas. Use-as com consciência. Um molotov ou HE numa situação de afterplant é mais do que bem-vindo • Use a tecla SHIFT (ou a tecla bindada para você andar). Não saia cavalgando e denunciando sua posição. Muito menos denunciando a posição do seu companheiro! • Seja um bom teammate. Não fale bosta ao seu companheiro por um erro. Incentive o time em situações difíceis. Xingar os companheiros não adiantar nada. Pode acontecer tanta coisa do outro lado e beneficiar vocês. Mas se o time ficar abatido, acabou a partida. Não seja tóxico, porque ninguém merece pessoas tóxicas na vida. • Nunca jogue o C4 no chão quando o time estiver pronto para entrar no bomb ou quando souber que há um inimigo por perto. Ele vai ouvir o barulho e chamar backup. Se estiver com o C4 e for o primeiro a dar a cara, jogue "encostado" em seu companheiro, para que ele pegue o C4 sem fazer barulho. • Tente designar uma tecla/botão para cada granada. Ficar ciclando granadas pode acabar te confundindo e te fazer jogar a granada errada. • É clutch? SEGURE SHIFT ATÉ O INIMIGO DESCOBRIR SUA POSIÇÃO. Não recarregue (só se tiver certeza que o inimigo está longe), não puxe granada (mesma situação de recarregar)... Agora é hora de focar, não fazer barulho, escutar tudo. • É afterplant e você é TR? Use o tempo a seu favor. Você não precisa matar o(s) CT(s). O simples fato de ficar atrapalhando ele tentando defusar, pode te garantir o round (NÃO DÊ A CARA SE NÃO FOR NECESSÁRIO). • Round armado e a grana tá curta de CT? Dê preferência para colete1 e kit em vez de colete2. Você vai gastar $50 a mais, mas os 5 segundos de diferença podem ser cruciais. Seu capacete é inútil contra um tiro de AK. Mas lembrando, somente em rounds que você tem certeza que é armado • Não entre no bomb de peito aberto. Use suas granadas. Uma smoke para cobrir a visão do CT, uma flash para cegar, um molotov para tirar o CT de posição... E sempre, SEMPRE, avise seus companheiros. • Saiba quando usar a faca. Início de round, após atirar e fugir... Não ande com a faca na mão simplesmente por andar. Você pode dar de cara com o inimigo, e até puxar a arma, já vai estar lamentando. A pistola te permite uma velocidade próxima e também a reação com poder de fogo • Não fique perdido no mapa, mongando, enquanto seus companheiros estão decidindo uma entrada. Mire num lugar, cubra as costas deles, faça a função de lurker... 
Melhorando seu jogo
• Tenha noção do spray das armas que você mais usa. Não atire contando somente com a sorte. • Aqueça antes! Seja num DM ou mapa customizado. Aqueça seu spray, reflexo, tempo de reação. Como diria o gêmeo Hen1, veja se “o mar está para peixe.” • Eu particularmente não jogo com o /all ativada, ou seja, eu não deixo o outro time se comunicar comigo, uso sempre o comando "cl_mute_team_enemy 1" para evitar de me estressar à toa por provocações. Ah, e se têm um cara do meu time me irritando, eu muto ele também. É foda, porque CS é comunicação, mas eu tenho tempo suficiente de jogo pra saber que ficar ouvindo aquela pessoa não fará bem pra mim. 
Glossário e acrônimos
• Afterplant: Período após o C4 ser plantado • Away: Jogador ausente (Não seja esse cara, se precisar sair, pede um pause, ou se acontecer algo sério, quite do jogo, mas não fica parado). • Awper: Jogador de AWP • Backup / back: Solicitação de reforço do CT para aquela área • Bangar: Atirar uma flash • Boludo: É um “xingamento” destinado às pessoas que não moram no Brasil, mas sim na américa latina em geral. Argentinos, Chilenos, Uruguaios, enfim.. • Bombsite / bomb: A ou B. Os lugares de plantar o C4 • C4: Bomba que os terroristas precisam plantar • Camper: Jogador com o teclado quebrado • Clan: Seu time, equipe • Clutch: Situação sob pressão onde você está sozinho contra o(s) inimigo(s) (Ex:1 x 2 ou 1 x 3 e seguintes). • Colete1: Colete sem o capacete ( B-5-1) • Colete2: Colete e capacete (B-5-2) • Comp: Partida competitiva • Cover: Solicitação de proteção para vigiar determinada área (geralmente costas) • CT: Contra-terrorista(s) • D2: Mapa de_dust2 • Deagle: Desert Eagle (B-1-5) • Defuse: Kit defuse (B-5-4) • Defusar: Desarmar o C4 • DM: Deathmatch (mata-mata) • Drop: Dar ou receber uma arma • Eco: Round econômico • Eco seco: Não compra nada, p0rra! • Entry: O TR que sempre entra primeiro no bomb (geralmente o que se fode) • Firerate: Poder de fogo (velocidade) • Flash: Aquela granada que você usa pra cegar os amigos e inimigos • Forçado: Round onde o dinheiro não é o suficiente mas todos compram o essencial, então compra o que dá. • GG / GGWP: Good Game / Good Game Well Played • HE: Granada explosiva (B-6-4) • Kit: Kit defuse (B-5-4) • Lag: Conexão travada causada pela sua internet bosta • Lancheira/Marmita: Forma carinhosa como os pratas chamam o C4 • Lurker: Famoso costinha. Cuida da retaguarda e pune o avanço do CT • Mata pombo: SSG 08 (B-4-3) • Miado/melado/tomou mel: Inimigo que tomou dano ou que está com pouca vida • Ninja: Aquele defuse maroto mesmo com TR(s) vivo(s) vigiando o bomb • Pistol: Pistola ou 1º e 16º round da partida • Pistolete: Pistola + Colete1 • Player: Jogador • Retake: Situação onde os CTs precisam retomar o bomb dos TRs e defusar o C4 • Rifle: Rifles de assalto (B-4) • Rush: Aquela correria contra o inimigo, todo mundo no mesmo lugar, ao mesmo tempo, sem parar (geralmente é no bomb B). • SMG: Submetralhadora (B-3) • Smoke: Granada de fumaça (B-6-5) • Spray: Padrão de "desenho" formado pelo impacto dos projéteis em modo automático • Teammate: Companheiro de time • Teco-Teco : Auto sniper (SCAR-20 e G3SG1) • TK (teamkill): Matar ou causar dano no companheiro de equipe • Tóxico: Jogador que só fala bosta e atrapalha o time. • TR: Terrorista(s) • Walk: Andar (shift) sem fazer barulho • Xiu: Cala a boca e não faz barulho • Zé plantinha: Jogador pilantra que só entra no bomb quando está limpo 
Adaptação deste guia e site
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2017.10.09 05:46 pedrothegrey Magnum Opus

I. Nigredo
"Considere o instante inicial, o instante no qual toda ciência atual falha em compreender, em que toda matéria, espaço e tempo, estavam comprimidos em um tamanho infinitesimalmente pequeno e de repente... Bang. É assim que se cria um universo. Considere as famílias destruídas no oriente, os pais e mães que já não sentem a perda de um filho pois já perderam tantos, e os pais e mães que se unem para assassinar os de seu sangue. O sorriso escondido de um padre para uma criança, as guerras e as lágrimas derramadas. As discussões inflamadas de duas partes erradas, o casal que já não se ama e o que não pode se amar. Jackson Pollock entendia a forma do mundo, e o ele é caos. Formado pela causa primeira, antes mesmo de Deus existir já existia o acaso, e é dele que somos filhos. Mas ao menos nós, desde o século XX, temos lidado com esse problema de forma direta, diferente das eras anteriores, onde nos escondíamos em cobertores metafísicos por toda a vida, utilizando a mesma bengala invisível que data de Aristóteles. Mas não se engane com meu tom, não sou uma personagem melancólica, tampouco acho esperança no vazio, respondo apatia com apati..."
Eu paro de digitar subitamente. Meu chefe se aproxima do meu cubículo e me lembro que estou com um relatório atrasado. É o segundo esse mês, droga. Não entro em pânico, deixo que ele venha e abro rapidamente o Microsoft Word. Quando ele chega, se depara com uma tela vazia. Ele para atrás de mim, é um homem não muito alto, com cabelos brancos e um pouco gordo. Veste-se sempre com calças e sapatos marrons e camisas listradas verticalmente de variadas cores. Tinha um inconfundível cheiro de cigarros e suor seco e um olhar quase morto.
– Acho que eu nem precisava dizer isso - Disse ele -, mas o relatório da semana está atrasado. Alberto, essa já é a segunda vez, teremos que fazer disso um aviso formal.
– Chefe, eu peço desculpas, de verdade. Estou tendo alguns problemas e...
– Não quero ouvir mais nada, Alberto. - Disse, me interrompendo - Trate só de não atrasar mais nada. E quero o relatório ainda hoje na minha mesa.
Ele sai do meu cubículo assim que termina de falar. Eu espero ele entrar no escritório e saio para beber água. Puxo um copo de um daqueles saquinhos e entorno água gelada nele. Bebo toda a água em um gole e quando deixo o copo abaixar, Beatriz está olhando para mim. Ela é uma mulher baixa, já tem filhos, se veste com inconstância e não tem um cheiro característico. E além disso, ela é a supervisora do meu setor.
– Outra vez essa semana? - Ela perguntou com uma voz áspera - Você não se importa com esse trabalho? Está ansioso para perdê-lo? Você sabe que só não foi demitido ainda porquê eu conversei com o chefe. Tem muita gente querendo a sua vaga, sabia?
– Olha, Beatriz, eu estou com problemas pessoais. - Respondi, gentilmente - Eu trabalho aqui há 5 anos e nunca faltei sem motivo, nem atrasei nenhum relatório antes. Esse é um caso isolado, garanto que não vai acontecer mais.
– É muito difícil construir uma reputação, mas é muito fácil acabar com ela, Alberto.
Ela continua babando enfurecida, e eu desvio minha atenção. Olho para o relógio e já são 18 horas, finalmente. Desço para o estacionamento, entro no carro e vou pra casa. Um pouco antes do meu bairro, beirando o asfalto, se ergue um pântano denso. Com pequenas canaletas que seguem correndo por baixo das raízes altas, as folhas e a grama que caem podres quase derretem quando nadam gentilmente na superfície dos pequenos rios que correm ali. Aquele lugar tem um aspecto quente, úmido e isolado. Em uma parte da rua, andando pelos arredores do pântano, pelo asfalto, se abre um pequeno caminho, uma trilha, que segue para dentro do pântano. É praticamente invisível, só depois de alguns anos olhando, todos os dias, para ali, que eu pude notar a tal trilha.
Chego em casa, ligo o computador e assisto alguns filmes e vídeos. Me distraio por duas horas, esquento uma comida velha e vou me deitar. Costumo sempre me deitar virado para a janela. Neste dia, um pouco antes de me ajeitar de baixo do cobertor, vi, parado na janela, um corvo. Ele bicava a janela, como que pedindo para entrar e virava seu rosto para o lado, tentando me encontrar com seus olhos sem brilho. A lua foi logo encoberta por nuvens e os ventos ficaram mais e mais fortes. Eu precisava dormir, no dia seguinte eu ia ter trabalho em dobro. Do lado do móvel da cama tinha um livro velho, que eu usava para apoiar os pés da mesa da sala, e o jogo na janela. O corvo se assuta e voa para longe, mas a tempestade continua a se formar.
Eu acordo às 6. Pego meu café amargo e sento na cama, e me ponho a olhar para a janela. Uma espécie de agonia cresce em mim, inominável, mas de presença inquestionável. Olho para o jardim suspenso que fica no muro da casa, bem atrás da janela. Minhas flores morreram, maldita tempestade. Me arrumo, entro no carro e saio. Passo pelo pântano, austero, tento não dar muita atenção para ele. No meio do asfalto, um cachorro morto, atropelado. Seu intestino se estica até a calçada, mas não por mero acaso, um corvo o puxa, mais e mais e mais. Ele olha para mim novamente, virando o rosto para o meu, sinto uma risada no ar e o corvo voa.
Estaciono o carro e dou meu primeiro passo no escritório. Logo ouço a voz de Beatriz.
– Já são três erros graves essa semana, Alberto. TRÊS! Eu estou indo conversar agora com o chefe.
Eu me lembro nesse instante, tínhamos uma conferência mais cedo hoje. E eu já tenho dois avisos formais. Droga, é hoje. Bebo água, cansado. Tenho uma longa, jurídica e tediosa conversa com o chefe. Despedido. Dizem que piadas não precisam ser boas, elas só precisam do timing certo. Mas estragar o timing da piada pode ser, por si só, uma piada. Quando comparam a vida com uma piada, não é à toa.
II. Albedo
Passam-se duas ou três semanas, e minha vida consiste em caminhadas da cozinha até a sala e da sala até o banheiro. Já não leio mais como antes, nem ouço músicas, nem vejo filmes. Eu somente deixo uma tela ligada saindo qualquer tipo de som e imagem. Estou alheio. O dinheiro está acabando, minuto a minuto. Eu deveria estar procurando outra vaga em outro escritório, mas eu não estou. Eu me deito no sofá divagando, pensando em todas as oportunidades que tenho agora, tantos escritórios que poderiam me contratar. Sonho que entrego o curriculum e ele é lido seguido de um longo sorriso e um aperto de mãos. Imagino meu primeiro dia, a bela secretária me oferece café, eu aceito cordialmente. Os primeiros apertos de mão e os primeiros sorrisos dos novos e revigorados colegas de trabalho. O trabalho de memorizar os novos nomes e rostos.
Mas tudo não passa de sonhos de sofá. Meu celular começa a convulsar.
– Alô?
– E aí, Alberto? Há quanto tempo! - Disse a voz.
– Desculpa, quem é mesmo?
– É o Carlos. Você está sumido, está tudo bem por aí?
– Sim, sim. - Uma breve pausa - E por aí?
– Tudo normal. Vem cá, nesse sábado quer tomar um Chopp?
– Ah, bom, eu não sei. Que dia é hoje?
– Quinta... Você está perdido mesmo, cara. Até esqueceu o dia. - Disse, rindo.
– É. - Ri forçosamente - Eu tenho que ver, tenho um compromisso com alguém, se acontecer de desmarcarem eu te aviso. Mas agradeço o convite.
– Eu te conheço há 20 anos, cara. Recusar o convite eu entendo, mas você com um compromisso com alguém? Essa é nova. Bom, aproveite. Me ligue se precisar de alguma coisa.
Por mais ofensivo que pareça, ele não deixa de estar correto. Colecionei pouca gente ao longo dos anos, é verdade. Eu posso repetir a hipótese de que os livros e os filmes realmente me fizeram companhia, ou eu posso aceitar a verdade. Eu sou chato, talvez até desinteressante. E digo isso com muita sinceridade. Em um olhar indiferente para a janela, vejo no quintal alguns pombos brancos que ciscam a grama e os restos da ração do cachorro. Fossem canários, eu teria admirado por mais tempo, mas pombos só nos inspiram ódio e violência. Dessa vez foi ligeiramente diferente, apenas senti afastamento. Era uma cena bonita, mas nem tanto. Meu cachorro estraga um momento sublime perseguindo-os e eles voam, barulhentos.
No fim do segundo mês já não há mais dinheiro. E se não havia vontade e determinação para seguir um emprego, agora não havia nem mais a cogitação da possibilidade de seguí-lo. O isolamento agora é rotina e o jejum não é mais voluntário. Vasculho todas as gavetas e os armários e não encontro nem uma migalha de pão. O dia chegou em que eu sairia de casa sem nenhum tostão. Tenho um estranho ímpeto de colocar meu casaco, como se eu não tivesse mais como voltar naquela casa. Passo por cima da minha alma, como sempre, e não presto atenção nos detalhes. Ponho o pé na rua e o sol castiga o asfalto, é quase possível ouvir ele gritar de tanto calor. Sigo andando para frente, pensando que talvez o destino me guiasse para qualquer lugar, mas quando percebo é tarde demais. Estou fazendo o caminho para o antigo escritório e na minha frente se ergue a trilha escondida.
Monstruosamente denso, com raízes altas das árvores e rios de água densa e quente (quase borbulhante), o pântano se apresenta para mim. Escuro, denso e isolado, tudo que um indigente precisa. Começo a andar pela trilha, pisando cuidadosamente, tentando evitar a lama mas no quarto ou quinto passo meu tênis já estava encharcado. Eu olho para trás e a visão do asfalto já havia sumido há, parecia, algum tempo. As árvores escuras se mexiam e faziam muito barulho. Os galhos se quebravam na ausência do vento. O pântano estava me recebendo com uma festa. Repentinamente, a paisagem densa acaba e dá lugar a um pequeno círculo plano na raíz de uma montanha, circundado por esse rio sujo que segue para a trilha de onde vim. Ali, naquele pequeno oásis de mansidão, existe uma árvore que se destaca das negras árvores do pântano. Se ergue ali, uma frondosa macieira, carregada de belas e suculentas maçãs, rubras como o olhar de uma mulher ou o crepúsculo de verão.
III. Rubedo
Sacio minha fome com duas ou três maçãs e me sento na sombra da árvore. Me incomodava, durante a trilha, a ausência de sol que assolava e umedecia o lugar, mas agora que me batem os raios de sol no rosto, prefiro me esconder na sombra de uma bela árvore. Eu não procurava sombra, mas abrigo. Eu puxo meu celular do bolso para conferir e, por incrível que pareça, ainda havia sinal de telefone. Me ponho a rir. De que adiantava o sinal agora? Para quem eu iria ligar? E tudo para quê, voltar para casa? Não, a macieira é minha nova casa de aluguel. Foi por causa dela que não morri, e é por ela que, agora, vivo.
Em pouco tempo, vejo as desvantagens do meu novo imóvel. Um pequeno residente do pântano, ou talvez um morador da montanha na qual estávamos encostados, um esquilo, bebe água do rio quente que segue para a trilha. Em movimentos rápidos ele olha para mim, e volta a beber, olha e bebe, olha e bebe, olha e... cai. A água parece ser veneno, afinal. E o esquilo boia e segue a corrente do pequeno rio.
Eu começo a pensar em como eu posso me sustentar aqui, sem água. É fato que as maçãs tem bastante líquido, mas é possível sobreviver somente com isso? E além disso, em pouco tempo eu teria esgotado o estoque de maçãs e não posso esperar algumas semanas para comer mais. Eu estava em um dilema. Eu não posso voltar pela trilha, pois ela sumiu. O pântano somente me trouxe aqui, e não pretende me deixar voltar. Só me resta, portanto, tentar subir a montanha. Esse empreendimento resultou ser mais difícil do que parece. A raíz da montamha é íngreme, e todo passo dobra meu esforço. A grama fina e mole não me deixa segurá-las com as mãos e usá-las como cordas. Eu tento, em vão, inúmeras vezes subir a montanha e sou cuspido dela em todas as tentativas.
Eu caio pela última vez, e o sol agora se prepara para ir embora. As sombras mais pesadas começam a cair e o azul do céu fica cada vez mais pálido. Meu destino se apresentava diante de mim e tudo que eu devia fazer era abraçá-lo, somente abraçá-lo. A luta, a perseverança e a esperança são atributos da luta contra o destino. Quando o homem se curva perante a vontade da natureza e entende o propósito verdadeiro da sua existência, é lhe dada uma estrada suave para caminhar. Tão suave que qualquer um, até mesmo um indigente - melhor dizendo, especialmente um indigente - pode caminhar por ela. E com um destino tão belo, tão belo.
O momento é sublime. A beleza daquela hora me emociona profundamente, e choro, enquanto uma infusão de vermelho com o já pálido azul se mostra na abódada acima de mim. Me levanto e seco as lágrimas, pego uma maça e dou uma última mordida. Tiro uma semente e a jogo para cima da montanha. Quando o azul do céu já se contorce e se desmancha, e as sombras são cada vez mais pesadas, eu coloco minha mão no rio e bebo da água quente do rio. O pântano aplaude com galhos quebrando, folhas espalhando-se e raízes se mexendo. E eu caio em paz, ao lado da frondosa macieira, para sempre minha casa.
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2017.09.27 20:15 B_Boll Textos Baseados no r/Writeprompts

Alienpédia
"E esse é o General Hauls, ele é um metalich, aquela raça que pode tomar qualquer forma lembra? Então, ele é o líder da inteligência da Aliança Transgalática, faz investigações e procura os inimigos que querem roubar informações!"
"Que legal pai! Quem que ele procura? Quem são os inimigos?"
"Filhão, isso é assunto pra outro dia, guarde a alienpédia e vamos dormir."
O menino pegou o caderno desenhado e escrito pelo pai e guardou no criado mudo.
Paulo beijou seu filho e foi para o quarto. Nunca tinha sido um homem de grande imaginação, mas desde que se separou começou a sonhar com esses aliens que seu filho gostava tanto e criou a "Alienpédia" para divertir a criança e pelo menos ter alguns momentos bons com ela.
Ele dormiu com o gotejar da torneira da pia que estava com problema e de novo entrou no mundo mágico do espaço. Frotas de naves cruzando infinidades, raças e mais raças no grande galpão da Aliança, discussões contra os Intrecormatos, aqueles que se opunham frontalmente a aliança e que nunca apareciam nos sonhos.
Na manhã seguinte anotou no bloquinho que ficava na cabeceira sobre o coronel Panz, um tolupiano extremamente resistente as mais diferentes condições climáticas que estava comandando uma exploração nas zonas de grande radiação.
Foi até a cozinha naquele sábado preguiçoso e frio e preparou o café. Willian deveria acordar em mais ou menos uma ou duas horas, como sempre. Talvez mais cedo, dependendo da hora que o encanador chegasse e quanto barulho ele fizesse. O homem tomou seu café e se trocou, foi até a sala e ligou a TV. Por algum motivo, nesse tempo todo sua mente não se concentrou nem na TV, nem no café, nem nas roupas que colocou, tudo que estava em sua mente eram os aliens do seu filho, portanto resolveu anotar e desenhar mais coisas no caderno. Munido de seus lápis de cor, começou a fazer páginas e páginas, duas, três, quatro, nunca esteve tão empolgado com aquilo, tanto que quase não ouviu a campainha tocar indicando que o encanador havia chego.
"Olá senhor, o problema é na cozinha, essa torneira não para de pingar, já tentei de tudo."
O encanador entrou sem falar muita coisa e conforme a porta se fechou seu corpo mudou.
Os braços engrossaram e ficaram marrons, o uniforme de encanador ganhou os distintivos da Aliança galáctica, o rosto de deformou completamente, sem nada além de quatro olhos, todo o corpo era marrom agora. Aquela era a forma favorita do general Hauls. Um frio correu sua espinha, mas parou antes de chegar em sua nuca, ele começou a pensar em diversas raças, compulsivamente, toda a alienpédia era real. Tudo aquilo, todas as raças, cargos, a aliança.
"Você sabe muito sobre nossa organização. Como?"
Hauls parecia saber a resposta. Paulo também sabia a resposta. Sua cabeça doía com a quantidade de informações, Tesquians, uma das raças Intrecormantes, a primeira da qual ele tinha conhecimento, eram capazes de entrar no corpo humano e controlar seu cérebro. Cérebro Humano. A antena sem decodificador, capaz de receber todas as informações sobre a Aliança, mas nunca de compreende-las. Tesquian, o decodificador dentro dele.
Paulo não sabia mais se estava em pé, de joelhos ou deitado, que era sua real posição, sabia apenas que a mão do general Hauls crescia em sua direção e que seu crânio seria despedaçado em segundos, Luanpis, os caçadores de cabeça aliados a aliança, o crefe deles está chegando em uma base Intrecormante, fujam, o plano de defesa da base da Aliança. tudo estava em sua cabeça, ele estava em êxtase, todas as informações seriam passadas, Hauls, seu imbecil, minha missão foi cumprida, você chegou muito tarde, estourar essa antena não vai servir de mais nada!

O silêncio da casa só foi rompido horas depois quando Willian percebeu que estava completamente sozinho, sem sinal de onde seu pai estava.

Memórias
Antônio acordou animado como não se sentia a semanas, era seu aniversário e seus filhos viriam todos vê-lo.
O senhor se levantou da cama e apoiou o peso na perna esquerda, a direita estava estranhamente dolorida na cicatriz que lhe acompanhava desde os onze anos, de toda forma aquilo não atrapalharia o seu dia especial.
Ao sair do quarto notou como a casa estava bagunçada "Vou ter de arrumar tudo isso antes deles chegarem, jurava que tinha feito isso essa semana já" pensou ele caminhando para a cozinha.
Enquanto passava o café notou uma nota na geladeira, escrita por ele mesmo que dizia que no dia dezoito daquele mês teria uma consulta médica para tratar da memória. Ele não se lembrava de ter marcado médico algum, pegou o bilhete em mãos e sentou em uma cadeira.
Estaria ele já tão sem memória que marcou um médico para isso, mas não lembrava nem mesmo de ter tido problemas de memória recentemente. O medo da velhice apertou seu peito, ele tinha mais medo de perder sua sanidade do que seu físico. De toda forma aquilo não iria afetá-lo, não no dia do seu aniversário, Pietra vinha de tão longe com a filha só para aquele dia. Não, eles nem iriam saber daquilo, disse Antônio para si mesmo enquanto escondia o bilhete e pegava o café. Ao sentar-se à mesa notou mais um detalhe estranho na cozinha: um caderno no armário.
Definitivamente aquele caderno não estava ali ontem, estava dentro do guarda roupa pegando pó a anos. O homem pegou o objeto em mãos e abriu a capa de papelão, se deparando novamente com sua caligrafia de coisas que ele não se lembrava de ter escrito.
"Dia 04/08, acho que estou perdendo a sanidade e a memória, vou escrever aqui as coisas para garantir que amanhã possa ler."
Antônio passou os olhos pela data três vezes para ter certeza de que dizia dia 04 e correu o mais rápido que pode para a sala pegar seu relógio de pulso que marcava 09:30 do dia 09/08. O grito desesperado ecoou pela casa vazia. Era seu aniversário, dia três de agosto, não dia nove, como ele perdeu uma semana da vida? Onde estavam seus filhos?
Correu de volta para o caderno, dessa vez sem se importar com a dor na perna, pois confiava que ali teria mais resposta para as infinitas perguntas que se amontoavam em sua mente.
"Ontem foi meu aniversário, me preparei para receber meus filhos, única coisa que tinha estranhado até umas seis e meia era minha perna direita dolorida, mas de resto tudo ia normal, me sentei no sofá para esperá-los e acho que cochilei, ou algo assim, mas fiquei com muita dor de cabeça e eles não apareceram. O assustador é que quando olhei no relógio já era meia noite. Tentei ligar para eles, mas ninguém me atendeu. Não sei como, mas o cansaço me tomou e dormi, apesar de estar preocupado com os meninos.
Hoje acordei já era mais de meio-dia, é a primeira vez que isso acontece em anos, tentei ligar para meus filhos muitas vezes, mas o telefone apenas tocou.
Peguei o carro disposto a ir até a casa do Rafael, mas não me lembro do caminho. apenas de chegar em casa com uma caixa de produtos de limpeza. Eu não fui até o depósito. Não me lembro de nada. Acho que estou com aquela doença de esquecer das coisas, vou no médico amanhã, estou completamente exausto"
Antônio suava frio a cada linha. Ele estava louco? Como havia sido inteligente de escrever o diário, pelo menos poderia saber de cada passo de sua perda de sanidade.
"Dia 05/08, fui ao médico. Pelo menos disso eu lembro, o Doutor me agendou um médico da cabeça pro fim do mês, anotei isso e prendi na geladeira, mas vou anotar aqui de novo, dia 28/08 14:30 tenho médico da Memória, Doutor Ulisses. Eu praticamente só lembro disso do dia, meus filhos ainda não me atendem. Depois do médico tentei ir na casa do Rafa de novo e de novo não me lembro de nada, só em lembro de estar em casa, exausto e que a caixa de produtos de limpeza sumiu. Estou escrevendo isso com as últimas forças que me restam para ficar acordado
Dia 06/08, Hoje acordei na cozinha, acabei dormindo em cima deste caderno. Nada pode ser pior que o dia de hoje. Uma mulher estava na porta, eu estou louco definitivamente. Ela me disse que nunca é tarde para ser um Roe-ossos. Isso é tudo que lembro do dia esse maldito cansaço me consome, e a memória desaparece."
Antônio estava em pânico ao ler isso, antes de continuar a leitura tentou ligar para os filhos e ninguém lhe atendeu conforme o diário da última semana lhe dizia.
"Eu não quero viver assim, talvez seja só uma semana, talvez o médico me diga o que está acontecendo", pensou o homem enquanto voltava para suas anotações, que a partir desse ponto estavam rabiscadas e tremulas.
"Dia 08/07, Ontem eu me algemei logo que acordei, mas hoje acordei liberto e sem me lembrar do dia, não me lembro de comer nada na última semana, não vou continuar nisso, vou tomar todos meus remédios, se você achou esse caderno, saiba que foi por isso que me matei"
O texto acabava ali. Saltando para o armário, Antônio viu que todos seus comprimidos, dos próximos dois messes, não estavam ali. Definitivamente ele deveria ter tomado, mas estava vivo. Suas memórias começaram a se formar no pânico, ele tomou os remédios.
Ele tentou se matar e lembrava-se disso, mas aquela dose cavalar não derrubou seu corpo de setenta anos. Como não importava, ele iria se matar.
A arma do seu pai estava na edícula, "Esse corpo não vai sobreviver a um tiro nos miolos" pensou ele.
No caminho pelo quintal dos fundos suas memórias pulsavam, cada um dos dias que estava no diário foi voltando com muita dor na cabeça e sua perna direita latejando ele se apoiou na porta da edícula. Aquela mordida de cachorro quando ele tinha Onze anos teria infeccionado agora? Não importava, ele estava confiante de que já tinha vivido o bastante agora.
Quando abriu a porta ele se viu horrorizado. Ali estavam seus filhos e netos. Mortos, amontoados no chão. O horror e o cheiro nauseante rapidamente deram lugar a fome e as memórias apagadas. Ele matou os filhos no seu aniversário, com a força de um animal, derrubou cada um daqueles jovens e não deu chances para os netos fugirem. Guardou os corpos na edícula e limpou a cozinha.
A sua direita um esqueleto sem carne estava jogado no chão, com os ossos marcados por dentes. "Meus dentes, a carne estava uma delicia", pensou Antônio.
A mordida em sua perna ardeu, pela última vez. Os pelos em seu corpo se engrossaram e sentiu cada um dos seus dentes se afiar. Nunca tinha se sentido tão jovem. Os sete dias da sua metamorfose estavam completos.
A maldição dos Roe-ossos que ele recebeu aos onze anos demorou outros cinquenta e nove para surtir efeito.
Uivos na porta da edícula indicavam que sua nova família havia chego para o banquete que ele tinha preparado.
submitted by B_Boll to EscritoresBrasil [link] [comments]


2017.04.12 05:35 subreddit_stats Subreddit Stats: curitiba top posts from 2012-02-22 to 2017-04-12 02:36 PDT

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  1. 658 points, 134 submissions: chiphead2332
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  3. 238 points, 40 submissions: Chrono1984
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  6. 42 points, 6 submissions: mrcapgras
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  7. 41 points, 5 submissions: frahm9
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    1. /gazetadopovo (14 points, 3 comments)
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  1. chiphead2332 (153 points, 73 comments)
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  20. Labaporu (9 points, 5 comments)

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  1. Um destes é o novo prefeito de Curitiba. Consegue distinguir qual deles? by zikavirusfromhell (18 points, 0 comments)
  2. Curitiba vista do bairro Alto da XV by rpcastilho (15 points, 1 comment)
  3. Prefeitura anuncia aumento de passagem de ônibus em Curitiba (4,25, dia 06/02) by Chrono1984 (14 points, 11 comments)
  4. /gazetadopovo by leospricigo (14 points, 3 comments)
  5. Lumen FM anuncia encerramento das atividades após 12 anos by mrcapgras (14 points, 2 comments)
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  10. Esta senhora vende coisas feitas com anéis de lata de refrigerante na feirinha do Largo e estava vestida com uma "cota de malha" feita desse material by meunovonomedeusuario (13 points, 1 comment)

Top Comments

  1. 9 points: Chrono1984's comment in Rafael Greca estuda limitar grafite
  2. 9 points: punkcosmonaut's comment in Prefeitura anuncia aumento de passagem de ônibus em Curitiba (4,25, dia 06/02)
  3. 7 points: Chrono1984's comment in Greca diz que vai fazer "Lava Jato física" em Curitiba e que metrô é para toupeira (Entrevista para o UOL)
  4. 7 points: chiphead2332's comment in Por que Curitiba ainda não tem um bilhete único?
  5. 7 points: tarigui's comment in (banhopensamento) O Parracho da RPC é a cara do Jeb Bush
  6. 6 points: Jvrc's comment in Manifestantes ameaçam atear fogo na sede do PT em Curitiba
  7. 6 points: chiphead2332's comment in Self:Um nordestino em Curitiba
  8. 6 points: eojnai's comment in Prefeitura anuncia aumento de passagem de ônibus em Curitiba (4,25, dia 06/02)
  9. 6 points: gordori's comment in Histórico da tarifa de ônibus em Curitiba
  10. 6 points: koselleck's comment in Richa anuncia volta da integração e do subsídio ao transporte coletivo de Curitiba
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